*          15.2                 Três anos reinou em Jerusalém. Isto é, de 913 a 910 a.C.

 

Era o nome de sua mãe Maaca. Provavelmente devido às suas fontes informativas, o autor alistou o nome das mães dos reis somente dos monarcas de Judá (Ver Introdução: Cronologia).

 

*          15.3                 os pecados que seu pai havia cometido. Ver 14.22-24.

 

como o coração de Davi, seu pai. Davi foi um rei modelo (11.4, nota).

 

*          15.5                 Urias, o heteu. Ele era o marido de Bate-Seba e general do exército de Davi, a quem Davi assassinou (2Sm 11).

 

*          15.7                 livro da História dos Reis de Judá? Ver nota em 11.41 e Introdução: Autor.

 

guerra entre Abias e Jeroboão. Ver nota em 14.30; 2Cr 13.1-20.

 

*          15.10   Quarenta e um anos reinou. Ou seja, entre 910 e 869 a.C.

 

Maaca, filha de Absalão. Ver nota no v. 2.

 

*          15.11   Asa fez o que era reto. Asa obteve seus elogios eliminando os símbolos religiosos dos cananeus (vs. 12-14).

 

*          15.12   os prostitutos-cultuais. Ver nota em 14.24.

 

os ídolos que seus pais fizeram. Ver nota em 14.23.

 

*          15.13   rainha-mãe. Algumas vezes, a rainha-mãe exercia considerável influência sobre a corte real (1.11-14,28-31; 2Rs 11.1-20).

 

vale do Cedrom. Esse vádi (um leito de rio sazonal) corre pelo vale que assinala a fronteira oriental de Jerusalém.

 

*          15.14   os altos. Esses centros rurais de adoração podiam ser devotados ao Senhor ou a uma das divindades cananéias, ou ainda a alguma combinação de ambos (3.2 e nota).

 

*          15.15   Trouxe à Casa do SENHOR. Asa tentou substituir alguns dos tesouros perdidos durante a invasão de Sisaque  (14.25,26).

 

*          15.16   guerra... todos os seus dias. Provavelmente, a referência não é a alguma guerra total, mas a uma série contínua de conflitos e batalhas (14.30 e nota).

 

*          15.17               Ramá. Essa cidade ficava no território de Benjamim, a apenas 10 km ao norte de Jerusalém. Visto que Ramá estava estrategicamente localizada na junção de várias rotas comerciais que levavam às terras altas da Judéia, o rei israelita podia limitar o acesso a Jerusalém. Além disso, Israel era muito maior que Judá. A campanha e o bloqueio de Baasa representou uma ameaça séria.

 

*          15.18   os enviou a Ben-Hadade. Asa usou o dinheiro do templo para subornar os sírios para que o ajudasse contra os israelitas governados por Baasa. Os sírios teriam que quebrar um tratado para fazer isso, conforme o próprio Asa reconheceu.

 

*          15.20   Ben-Hadade deu ouvidos. O rei sírio ganhou dinheiro de Judá, e território de Israel, ao trair Baasa.

 

Ijom... Dã... Naftali. Essa área ficava ao norte do mar de Quinerete (Galiléia). Ao subjugá-la, a Síria passou a controlar rotas comerciais bem como o acesso às cidades fenícias de Tiro e Aco.

 

*          15.21   Tirza. Ver nota em 14.17.

 

*          15.22   todos, sem exceção. Asa recrutou trabalhadores forçados para destruir a Ramá e edificar as fortificações de Geba e Mispa (5.13, nota; 9.22, nota).

 

Geba de Benjamim. Ramá, Geba e Mispa ficavam todas entre 8 a 16 km ao norte de Jerusalém. Ao fortificá-las, Asa desencorajou outra campanha israelita contra Judá (cf. 2Cr 14.6,7).

 

*          15.23   no livro da História dos Reis de Judá? Ver nota em 11.41.

 

*          15.24   Josafá. Quanto a seu governo, ver 22.41-50.

 

*          15.25-32         Estes versículos relatam acerca do reinado de Nadabe, rei de Israel, mas dão mais atenção às ações subseqüentes de seu assassino e sucessor, Baasa. Assim que se tornou rei, Baasa matou a família inteira de Jeroboão, em cumprimento à profecia de Aías (14.10,11).

 

*          15.25   dois anos. Ou seja, entre 909 e 908 a.C.

 

*          15.26   pecado com que seu pai fizera pecar a Israel. Ver nota em 12.30.

 

*          15.27   Gibetom. Essa cidade foi designada à tribo de Dã, mas freqüentemente ela era controlada pelos filisteus (Js 19.44). Ficava a oeste de Jerusalém e a 8 km ao norte de Ecrom.

 

*          15.29   matou toda a descendência de Jeroboão. Ele fez isso a fim de consolidar a sua posição como monarca. Baasa livrou-se de todos os possíveis pretendentes ao trono na família de Jeroboão. Isso cumpriu a profecia de Aías, feitas a Jeroboão (14.10,11). O autor não elogiou os atos de Baasa; ao invés disto, mais adiante ele os condenou (16.7).

 

*          15.31   livro da História dos Reis de Israel? Ver nota em 11.41.

 

*          15.32   guerra entre Asa e Baasa. Ver nota em 14.30.

 

*          15.33   Tirza. Ver nota em 14.17.

 

*          15.34   caminho de Jeroboão. Ver nota em 12.30.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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