* 18.3 o
mordomo. Esta era uma importante posição na administração real (4.6, nota).
* 18.4 Jezabel exterminava os profetas
do SENHOR. Não se contentando em promover sua religião nativa, Jezabel
perseguia os seguidores do Senhor e assassinava os seus profetas.
* 18.5 cavalos e mulos. A seca
ameaçava o governo de Acabe, porquanto o exército dependia desses animais, por
exemplo, nas forças de carros de combate. A reação de Acabe à seca foi prática,
pois tentou descobrir água, ao invés de procurar chegar até ao âmago da
questão: quem é soberano sobre a natureza e a vida.
* 18.12 o Espírito do SENHOR te leve.
Anteriormente, Elias tinha desaparecido do outro lado do rio Jordão, para então
emergir em Sarepta.
* 18.17 ó perturbador de Israel? Acabe via
Elias como um perturbador da ordem, uma ameaça ao funcionamento normal da
sociedade. Sua compreensão era superficial.
* 18.18 os baalins. Eram manifestações locais
do deus Baal.
* 18.19 monte Carmelo. Esse monte
se projeta ao longo do litoral do mar Mediterrâneo, na direção oeste do mar de
Quinerete (Galiléia). Visto que ficava próximo às cidades fenícias,
provavelmente era muito forte ali a influência da religião de Baal.
profetas do poste-ídolo. Ou: Asera.
Ver nota em 14.15.
que comem da mesa de Jezabel. Esses
profetas falsos eram sustentados pelo estado (2.7, nota).
* 18.24 o deus que responder por fogo. Visto que
os seguidores de Baal acreditavam que Baal controlava o trovão, o relâmpago e
as tempestades, o desafio de Elias atingiu o âmago desse poder alegado (16.31,
nota).
* 18.26 manquejando, se movimentavam ao redor do
altar. Os profetas de Baal se envolveram numa dança ritual (referência
lateral) para despertar o indiferente Baal.
* 18.27 Clamai em altas vozes. Os mitos
de Baal retratam-no viajando, guerreando, visitando o sub-mundo e até mesmo
morrendo e voltando à vida. Elias sabia acerca dessas crenças, e se aproveitou
disso, zombando dos seguidores de Baal.
atendendo a necessidades. Esta frase
provavelmente é um eufemismo como o sentido de aliviar o ventre.
* 18.28 segundo o seu costume. Eles se
cortavam para provocar a Baal. A auto-dilaceração era proibida segundo a lei do
Antigo Testamento (Lv 19.28; Dt 14.1), apesar disto era praticada por alguns
judeus (Jr 41.5; 47.5).
* 18.29 profetizaram eles. Essa
descrição, provavelmente, indica um transe ou estado extático.
até que a oferta de manjares se
oferecesse. Isto é, em torno das 15 hs (Êx 29.38-41; Nm 28.3-8; 2Rs
16.15 e At 3.1).
* 18.31 doze pedras. Elias
enfatizou a unidade do povo de Israel, a despeito da divisão do reino em dois.
Dessa forma, ele salientou que o fato ocorrido no monte Carmelo não era relevante
somente para as tribos do norte, mas para as tribos do sul, por semelhante modo
(Êx 20.25; 24.4; Js 4).
Israel será o teu nome. Essas
palavras são uma citação de Gn 35.10, onde Deus declara o nome especial que ele
tinha dado anteriormente a Jacó.
* 18.36 aproximou-se o profeta Elias e disse. Em
contraste com as atividades complicadas e frenéticas dos profetas de Baal, a
oração de Elias foi simples e direta.
* 18.37 a ti fizeste retroceder o coração deles. O ato
humano do arrependimento não é possível sem a graça divina.
* 18.40 ribeiro de Quisom. Esse
ribeiro corre na direção norte, na planície abaixo do monte Carmelo.
ali os matou. Israel era
uma teocracia, uma sociedade fundada e constituída sob Deus. Dt 13.1-5
determina a execução dos falsos profetas: Dt 13.13-18 e 17.2-7 prescreve a
morte de qualquer um que abrace a idolatria ou incite outros a se tornarem
idólatras.
* 18.41 come e bebe. A austeridade de Acabe
podia terminar, porque a fome em breve terminaria (cf. Tg 5.17,18).
* 18.45 Acabe subiu ao carro e foi para Jezreel. Acabe
usava a cidade de Jezreel (localizada próximo ao monte Gilboa) como sua segunda
residência (em adição a Samaria: 20.43; 21.1).
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