* 7.2 a Casa do Bosque do Líbano.
Provavelmente foi assim chamado o palácio por causa do extenso uso de cedro
pelo lado de dentro. Esse complexo provavelmente estava localizado
imediatamente ao sul do templo.
cem côvados de comprimento,
cinqüenta de largura, e trinta de altura. Embora fosse da mesma altura que
o templo, o palácio de Salomão era consideravelmente mais comprido e tinha o
dobro da largura (6.2).
* 7.6 o Salão das Colunas. Tendo a
metade do comprimento do palácio e cerca de dois terços de sua largura (7.2),
essa construção provavelmente era um impressionante salão de entrada.
* 7.7 a Sala do Julgamento. Essa era a
sala onde Salomão cumpria formalmente os seus deveres como administrador do
santo reino de Deus (3.16, nota).
* 7.13-51 Esta parte da narrativa não obedece a
uma ordem cronológica. Salomão, na realidade, começou a tomar providências para
equipar o templo, antes que este tivesse sido concluído (2Cr 2.7,13,14).
* 7.13 Hirão.
Esse Hirão não deve ser confundido como o rei fenício do mesmo nome, com quem
Salomão ratificara um tratado para o suprimento de materiais e operários
especializados (5.1-12).
* 7.15 duas colunas de bronze. Cada uma
dessas colunas foi posta de um lado da entrada do templo (v. 21). Não fica
claro se elas estavam de pé sem tocar no edifício do templo ou se sustentavam
um telhado, que também cobria o pórtico do templo.
* 7.18-20 Os capitéis. Eram
comuns, no antigo Oriente Próximo, capitéis bem ornamentados.
* 7.23 o mar de fundição. Uma
gigantesca bacia circular com capacidade de até cerca de 30 mil litros de água
(2Cr 4.5, nota). De acordo com Crônicas, os sacerdotes usavam o mar em suas
purificações (2Cr 4.6). Sua significação simbólica é questionada. Alguns
eruditos destacam os atributos positivos da água como doadora de vida, ao passo
que outros argumentam que o mar de bronze celebrava o poder de Deus sobre as
forças do caos, tipificadas pelo mar (cf. Ap 21.1).
* 7.25 doze bois. A imensa
bacia de bronze repousava sobre quatro tríadas de bois, voltados para os quatro
pontos cardeais. No antigo Oriente Próximo, os bois simbolizavam a força física
e reprodutiva. O posicionamento deles indicava o senhorio universal de Deus.
* 7.27 de bronze dez suportes. Esses
vagões portáteis e grandemente enfeitados sustentavam bacias de água (v. 38).
Os sacerdotes usavam a água para lavar os pedaços de animais que tinham sido
mortos para servir como ofertas nos holocaustos (Lv 1.9,13; 2Cr 4.6).
* 7.40 as pás, e as bacias. Os
sacerdotes usavam as pás para remover as cinzas do altar, e as bacias eram
usadas para os ritos que envolviam sangue ou água (ver Êx 27.3; Jr 52.18).
* 7.46 Sucote. Esse
centro metalúrgico estava localizado a leste do rio Jordão, ao norte do Vádi
Jaboque (Gn 33.17; Js 13.27; Jz 8.4,5). Zaretã ficava nas proximidades.
* 7.48 o altar de ouro... a mesa de
ouro. O mesmo altar descrito em 6.22. Os "pães da
proposição" (1Sm 21.4,6), dispostos sobre a mesa de ouro, eram
considerados uma oferenda a Deus (Êx 25.23-30; Lv 24.5-9; Nm 4.7; 2Cr 13.11; Mt
12.4).
* 7.49 castiçais. Havia dez
desses castiçais no templo, em comparação com um único castiçal no tabernáculo
(Êx 25.31-40; 26.35).
* 7.51 Davi, seu pai. Durante o
seu período de governo, Davi acumulou despojos das campanhas militares e
recebeu tributo de uma grande variedade de nações (2Sm 8.9-12; 1Cr 18.7-11; 2Cr
5.1).
tesouros da Casa do SENHOR. Depósitos
para guardar as riquezas do governo, algumas vezes usadas como tributos pelos
reis, para afastar invasores estrangeiros (15.18; 2Rs 12.18; 18.13-16). Um
tesouro era também objeto de assaltos por parte de reis opositores (1Rs
14.25,26; 2Rs 14.13,14).
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