* 23.1 Queila.
Localizada acerca de 5 km ao sul de Adulão (22.1), perto do
território filisteu, Queila também é mencionada em Js 15.44.
saqueiam as eiras. Cf. Jz 6.3-6.
* 23.6 estola sacerdotal. Não a "estola sacerdotal de
linho" tradicionalmente usada por todos os sacerdotes (cf. 22.18), mas
aquela que se associa com as consultas a Deus (2.28, nota).
* 23.7 Deus o entregou nas minhas mãos. A interpretação dos eventos
apresentada por Saul não tem fundamento, conforme deixa claro a asseveração
totalmente oposta do narrador:
"Deus não o entregou nas suas mãos" (v. 14).
* 23.12 Entregar-me-ão os homens de Queila. Tendo em vista o modo implacável de Saul
tratar a cidade de Nobe, o comportamento dos homens de Queila provavelmente
reflete medo mais do que ingratidão a Davi.
* 23.13 homens, uns seiscentos. O aumento do número dos homens de Davi, de
quatrocentos (22.2) para seiscentos é uma indicação de sua força crescente
(22.20, nota).
* 23.14 no deserto, nos lugares seguros. Essa expressão sugere uma área geográfica, e
não uma localização específica (22.4; 2Sm 5.17; 23.14).
deserto de Zife. A aldeia de Zife fica a mais de 20 km ao
sudeste de Queila e a 8 km ao sudeste de Hebrom. Esse deserto seria o ermo ao sul de
Hebrom. Zife é mencionada em Js 15.55,
juntamente com Maom (v.24) e Carmelo (1Sm 15.12; 25.2).
Deus não o entregou nas suas mãos. Deus exerce controle soberano sobre o destino
de Davi (v. 7; 22.20 e notas).
* 23.16 Jônatas, filho de Saul... lhe fortaleceu a
confiança em Deus. Já não
ignorando a maldade do seu pai para com Davi (contrastar 20.2), Jônatas age como amigo leal ao ajudar Davi a
achar força na única fonte onde a verdadeira força pode ser encontrada. Ver 30.6, onde Davi mais uma vez "se
reanimou no SENHOR, seu Deus."
* 23.17 eu serei contigo. Embora Jônatas não sobreviverá para servir a
Davi (31.2), sua boa disposição em abrir mão de suas ambições pessoais por amor
ao rei escolhido por Deus (18.4; 20.13) estabelece um contraste nítido com os
esforços desesperados que Saul fazia para manter-se agarrado a um reino que já
não lhe pertencia (15.23).
Saul... bem sabe. Ver 20.30,
31. Saul, quando não quis aceitar a sua
rejeição (compare a reação de Eli em 3.18) não pode ser desculpado sob a
alegação de não saber para quem o reino passaria.
* 23.18 aliança. Ver notas em 18.3, 4.
* 23.19 zifeus.
Ver nota no v. 14; 26.1.
Gibeá. Essa era a
cidade natal de Saul (10.26).
* 23.24 deserto de Maom. Mais de 12 km ao sul de Hebrom,
Maom é mencionada em 25.2 como a cidade natal de Nabal.
* 23.27 os filisteus invadiram a terra. A cronologia providencial dessa
incursão pelos filisteus é óbvia.
* 23.28 Saul desistiu de perseguir a Davi. Saul se distingüe por sacrificar seus
interesses pessoais por amor à segurança nacional.
* 23.29 lugares seguros de En Gedi. En Gedi era uma fonte grande na
costa íngreme ocidental do mar Morto.
Nas proximidades dela, Davi tinha acesso a provisões e proteção durante
sua fuga de Saul.
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sergiovalentin