*          30.1     Ziclague.  Ver nota em 27.6.

 

amalequitas tinham dado com ímpeto.  Ver notas em 15.2, 8.  Tendo sido as vítimas das incursões vitoriosas de Davi (27.8), os amalequitas aproveitaram a ausência de Davi de Ziclague para retaliarem.

 

o Sul.  Ver nota em 27.10.

 

*          30.2     a ninguém mataram.  É evidência notável da proteção providencial que o Senhor dera a Davi (v. 19; 26.12), cuja própria prática tinha sido bem diferente (27.9). 

 

*          30.3     suas mulheres, seus filhos e suas filhas eram levados cativos.  Essa virada dos eventos deve ter causado consternação excepcional, porque era a solicitude pela segurança das famílias que desde o início deve ter motivado a retirada de Davi e seus homens ao território dos filisteus (27.1, nota). 

 

*          30.6     Davi se reanimou no SENHOR, seu Deus.  Ver nota em 23.16.

 

*          30.7     Abiatar a trouxe.  Ver nota em 22.20.

 

*          30.9     ribeiro de Besor.  Ribeiros da estação chuvosa da vizinhança de Berseba e do sul convergem para o ribeiro de Besor, que corre para o noroeste até desembocar no mar Mediterrâneo.  Davi e seus homens devem ter chegado à ravina uns 20 km ao sul de Ziclague.

 

*          30.10   cansados.   Sua exaustão não é de se estranhar depois de uma marcha de mais de 96 km a partir de Afeque (29.1-11) até ao ribeiro de Besor.

 

*          30.14   a banda do sul dos queretitas.  Os queretitas provinham provavelmente de Creta.  São freqüentemente mencionados com os filisteus (Ez 25.16; Sf 2.5).  Os "quereteus e peleteus" serviam sob o comando de Benaia, filho de Joiada, como tropas profissionais leais a Davi (2Sm 8.18; 15.18; 20.7, 23) e, pelo menos durante algum tempo, também a Salomão (1Rs 1.44).  Que formavam o "guarda real" deduz-se de 2 Samuel 23.20, 23.

 

a banda do sul de Calebe.  Calebe, filho de Jefoné, é mencionado pela primeira vez em Nm 13.6 como um dos espias escolhidos para fazer um reconhecimento da terra de Canaã.  É elogiado em Nm 14.24 como quem "perseverou" em seguir ao Senhor e que, portanto, receberia uma herança na Terra Prometida. Sua herança incluía Hebrom (Js 14.13, 14;  Jz 1.20).

 

*          30.19   Não lhes faltou coisa alguma.  Essa é mais uma prova marcante de como o Senhor vigiava com solicitude a situação de Davi (v. 2, nota).

 

*          30.21   ribeiro Besor.  Ver nota no v. 9.

 

*          30.22   filhos de Belial. Ver nota em 2.12, onde é usada a mesma expressão hebraica. 

 

*          30.23   o que nos deu o SENHOR.  Davi reconhece que o salvamento bem-sucedido não foi obra dele mesmo, mas do Senhor (vs. 2, 19 e notas).  Foi por isso que rejeitou a idéia de que as tropas na linha da frente têm o direito a mais despojos do que aqueles que permaneceram na retaguarda. 

 

*          30.26   despojo aos anciãos de Judá.  Provavelmente estivesse agradecendo a eles pela ajuda que lhes deram na sua fuga de Saul (v. 31).  Entretanto também foi nessa região que Davi foi primeiramente reconhecido oficialmente como rei (2Sm 2.1-4).

 

*          30.27-31         Conforme diz o v. 31, essas cidades estavam dentro do alcance das peregrinações de Davi como fugitivo.  Todas elas ficam no sul de Judá.  Essa Betel (v.27), por exemplo, não deve ser confundida com a cidade mais ao norte, de mesmo nome (7.16, nota).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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