*           8.19.15 Esta seção diz respeito à coleta de dinheiro para os crentes pobres de Jerusalém (cf. At 19.21,22; Rm 15.25-28; 1Co 16.1-4).

 

*           8.1                   a graça. Contribuir com dinheiro para ajudar outros crentes em necessidade, era resultado da graça divina. Deus proveu tanto os recursos como a disposição de serem usados esses recursos.

 

às igrejas da Macedônia. Isto é, Filipos, Tessalônica e Beréia.

 

*           8.3                   Paulo conta à comparativamente rica igreja de Corinto a generosidade das igrejas empobrecidas da Macedônia, mais ao norte.

 

*           8.5                   E não somente. Eles fizeram muito mais do que os líderes cristãos esperavam.

 

deram-se a si mesmos. Eles rededicaram suas vidas ao serviço do Senhor, e então a Paulo como seu servo.

 

*           8.7                   em tudo, manifestais superabundância. A despeito de suas dificuldades, a igreja em Corinto era uma igreja forte em muitos sentidos. Eles eram possuidores de muitos dons espirituais (1Co 12—14), vários dos quais são alistados aqui.

 

*           8.8                   Não vos falo na forma de mandamento. Paulo queria que as contribuições fossem dadas voluntariamente. De modo geral, embora Paulo tivesse grande autoridade, ele preferia pedir do que ordenar (Fm 14 e nota), um bom padrão para aqueles que estão revestidos de autoridade (Mt 20.25,26).

 

*           8.9                   sendo rico. Na glória e na honra que ele possuía eternamente, no céu.

 

se fez pobre. O Filho de Deus abdicou de sua glória celestial e veio à terra viver como um homem, a fim de sofrer e morrer. Os crentes coríntios, à semelhança de Cristo, deveriam entregar-se pelo bem de outras pessoas. Ver "A Humilde Obediência de Cristo", em Jo 5.19.

 

*           8.10     Aqueles crentes tinham começado a contribuir, em harmonia com as instruções de Paulo, em 1Co 16.1-3.

 

*           8.11     Como em todos os aspectos da vida cristã, assim se dá com as contribuições. Bons motivos não são suficientes, mas devem levar às boas ações, em consonância com nossas habilidades.

 

*           8.12     Conforme nos ensina a oferta da viúva pobre, em Mc 12.41-44, a disposição para doar com generosidade é agradável a Deus, embora a dádiva possa ser pequena, por ser pobre o doador.

 

não segundo o que ele não tem. Essa é uma advertência contra dar ou prometer dar uma quantia que você realmente não tem, na esperança de que Deus recompense. Fazer isso força uma prova sobre Deus (Lc 4.12). As pessoas deveriam doar conforme Deus as faz prosperar (1Co 16.2). Ainda assim, a ofensa mais comum consiste em deixar de doar, imediata e generosamente, quando Deus aumenta os rendimentos pecuniários.

 

*           8.14     haja igualdade. Não que Paulo quisesse que todos os crentes tivessem iguais possessões ou iguais rendimentos, mas o que ele desejava é que houvesse uma justa distribuição de encargos. A palavra aqui traduzida por "igualdade" também poderia ser traduzida por "justiça" (Cl 4.1). Paulo requeria equidade, e não uma estrita igualdade.

 

*           8.15     Quando os israelitas recolhiam maná no deserto, aqueles que recolhiam mais compartilhavam com os que tinham menos, e aqui, no tocante a dinheiro, os ricos deveriam compartilhar com os necessitados.

 

*           8.17     Paulo está enviando Tito de volta a Corinto, antes dele mesmo ir.

 

*           8.18     o irmão. Nenhum nome pessoal é aqui fornecido, mas Lucas tem sido a sugestão mais frequente.

 

*           8.19     foi também eleito pelas igrejas. Havia algum papel congregacional na seleção de representantes que acompanhassem a Paulo.

 

para a glória do próprio Senhor. Doar dinheiro e administrá-lo não é algo mundano ou sem espiritualidade, mas algo que honra o Senhor.

 

*           8.20,21            Paulo jamais gastaria inutilmente qualquer parte da dádiva enviada a Jerusalém. Mas insistiu que representantes de confiança, de várias igrejas, o acompanhassem (ver At 20.4), para que se evitasse até a suspeita de desonestidade. Quanto a esta passagem, Calvino comentou que "coisa alguma, com maior certeza, convida ataques caluniosos do que estar manuseando dinheiro público". Outrossim, os representantes agiriam como uma espécie de guarda-costas para alguém que transportava tantos valores.

 

*           8.22     nosso irmão. Não foi identificado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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