*          1.1-17              Esta seção é equilibrada por uma seção paralela sobre a sabedoria e as riquezas de Salomão (9.13-28).

 

*          1.1                   fortaleceu-se. Com freqüência, o historiador usa expressões como essa para indicar sucesso após alguma dificuldade (12.13; 13.21; 17.1; 25.11; 27.6). Ele reconheceu, indiretamente, que a ascenção de Salomão ao poder foi tumultuada, embora ele tenha omitido os detalhes dados em 1Rs 2 (1Cr 23.1, nota).

 

Deus, era com ele. O sucesso de Salomão resultou da bênção soberana de Deus, em cumprimento às esperanças de Davi (1Cr 22.11,16; 28.20).

 

*          1.2-13  Esta passagem segue mais ou menos a 1Rs 3.4-15, mas a narrativa é um tanto expandida, enfatizando o tema do reinado de Salomão sobre "todo o Israel" (v. 2), e explicando porque Salomão foi sacrificar em Gibeom (vs. 3-6).

 

*          1.2                   todo o Israel. ver a nota em 1Cr 11.1.

 

*          1.5                   Bezalel. No decurso da construção do templo, Salomão surgiu como uma espécie de contraparte de Bezalel, que tinha construído o tabernáculo. Ver as notas em 1Cr 2.20 e Êx 31.1-11.

 

*          1.7                   apareceu... disse. Tal como o faz o livro de 1 Reis, os Crônicas relatam que Deus falou diretamente a Salomão por meio de sonhos (7.12). Salomão, à semelhança de Davi, foi um instrumento de revelações para Israel (1Cr 22.8; 28.6,19).

 

*          1.9                   cumpra-se a tua promessa feita a Davi, meu pai. Essa petição liga o reino de Salomão a Davi (1Cr 17.1-15, nota; 22.5, nota). Salomão dependeu inteiramente de Deus quanto à capacidade de cumprir seu papel de rei (cf. 1Cr 29.14-16, nota).

 

um povo numeroso como o pó da terra. Salomão reconheceu a multiplicação de Israel como cumprimento da promessa de Deus a Abraão (Gn 13.16; 22.17). Essa promessa encorajaria os leitores nos tempos depois do exílio babilônico quanto ao repovoamento bem sucedido da Terra Prometida em seus próprios dias (Ne 1.8,9; Zc 8.7,8).

 

*          1.10     sabedoria. O esplendor e o poder do reinado de Salomão resultou da sabedoria divinamente conferida a ele. Em sua sabedoria, Salomão prefigurou a Cristo, que é a Sabedoria do Deus encarnado (Is 11.1,2; Cl 2.3).

 

*          1.13     O relato no livro de Reis termina com o sacrifício de Salomão em Jerusalém (1Rs 3.15). Desconsiderando isso, bem como o julgamento de Salomão entre as duas mães (1Rs 3.16-28), Crônicas enfoca a construção do templo, por Salomão, como demonstração de sua sabedoria.

 

*          1.14-17           Deus manteve a sua promessa de tornar Salomão um homem rico (v. 12). Esta passagem está ligada a seu paralelo (9.13-28), na narrativa total, pela repetição do tema do comércio com cavalos (compare 1.14,16,17 com 9.25-28), e da abundância de "prata e ouro" com as "pedras", e os "cedros" que eram tão comuns quanto os sicômoros (1.15; 9.27).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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