* 15.1-7 Azarias
proclamou o princípio da retribuição, tão freqüentemente ilustrado neste relato
sobre a monarquia dividida. A fidelidade a Deus traz a bênção; a deslealdade
resulta no castigo divino.
* 15.2 se o buscardes. Ver notas
em 7.14 e 1Cr 28.9.
* 15.4 voltaram ao SENHOR. Ver nota
em 7.14.
* 15.8-19 Asa reagiu aos profetas iniciando
novas reformas (v. 8) e uma assembléia de renovação do pacto (vs. 9-15); ele
foi ao extremo de depor Maaca, sua parenta, por causa da apostasia religiosa
dela (vs. 16-19).
* 15.9 desertaram para ele. Israelitas
vindos das tribos do norte (11.14, nota) desertaram e se uniram a Asa, quando
ele suprimiu a idolatria e restabeleceu a adoração em Jerusalém.
* 15.12 Entraram em aliança. A
renovação da aliança aqui continua o relacionamento de Deus com seu povo
através das gerações. Asa (15.12), Joiada (23.16), Ezequias (29.10) e Josias
(34.30-32) lideram a nação em tais renovações.
* 15.13
Morresse. A lei de
Moisés prescrevia a pena capital para aqueles que buscassem outros deuses (Êx
22.20; Dt 13.6-16).
* 15.15 paz por toda parte. Ver nota
em 1Cr 22.9.
* 15.17 todos os seus dias. Ver nota
em 14.3.
* 15.19 Não houve guerra. Ver nota
em 14.6.
* 15.19—16.1 trigésimo quinto ano... trigésimo sexto ano. Reis
registra que Elá sucedeu a Baasa no vigésimo sexto ano de Asa (1Rs 15.33;
16.8), Zinri, no vigésimo sétimo ano de Asa (1Rs 16.10,15) e Onri, no trigésimo
primeiro ano de Asa (1Rs 16.23). Em conseqüência, essa batalha não pode ter
ocorrido no ano trigésimo sexto de Asa (16.1), visto que Baasa já estaria morto
havia dez anos. Nenhuma solução simples para essa dificuldade tem sido
encontrada.