* 15.19—16.1 trigésimo quinto ano... trigésimo sexto ano. Reis
registra que Elá sucedeu a Baasa no vigésimo sexto ano de Asa (1Rs 15.33;
16.8), Zinri, no vigésimo sétimo ano de Asa (1Rs 16.10,15) e Onri, no trigésimo
primeiro ano de Asa (1Rs 16.23). Em conseqüência, essa batalha não pode ter
ocorrido no ano trigésimo sexto de Asa (16.1), visto que Baasa já estaria morto
havia dez anos. Nenhuma solução simples para essa dificuldade tem sido
encontrada.
* 16.1-6 A batalha de Asa contra Baasa, de
Israel, deu início à sua queda. Ele buscou a ajuda de Ben-Hadade, da Síria, em
nítido contraste com a sua batalha contra Zerá, quando ele confiou no Senhor
(14.2—16.14, nota).
* 16.2 tesouros da Casa do SENHOR... a Ben-Hadade. Os atos de
Asa foram errados em dois pontos. Ele tirou tesouros do templo, mostrando
desconsideração pelo templo e seu culto (cf. 28.21). Em segundo lugar, ele se
aliou a uma potência estrangeira, em lugar de confiar no Senhor. O historiador
demonstra por muitas vezes quão benéfico é confiar em Deus (1Cr 5.20; 2Cr
13.18; 14.11-15; 16.7,8; 32.20-22). Ele também deplora alianças com o
estrangeiro, e salienta suas terríveis consequências (18.1; 19.2; 20.35-37;
22.3-9; 25.7; 28.16-21; 35.21, nota), uma advertência adequada para aqueles que
estavam reedificando a nação, depois da volta do exílio na Babilônia.
* 16.7-10 Em contraste com o episódio anterior
do encorajamento de Azarias e das reformas de Asa (cap. 15), Hanani agora
repreendia o rei Asa, o qual reagiu negativamente (14.12—16.14, nota).
* 16.7 escapou das tuas mãos. Baasa
abandonou sua posição antes da chegada de Asa e de Ben-Hadade, impedindo assim
a vitória de Asa (16.5).
* 16.8 não foram os etíopes. Hanani
referiu-se diretamente ao contraste com a vitória de Asa sobre Zerá (14.8-15).
Os "etíopes" eram um povo ao sul do Egito. Os "líbios" eram
um povo que habitava no norte da África.
* 16.9 desde agora haverá guerras contra ti. Hanani
ameaça com o juízo divino, por causa da infidelidade de Asa (1Cr 28.9, nota;
2Cr 14.6, nota).
* 16.10 alguns do povo.
Presumivelmente aqueles que concordavam com o profeta Hanani.
* 16.11-14 A rejeição de Asa à palavra profética
levou à sua enfermidade e morte (14.2—16.14, nota).
* 16.12 médicos. Asa
continuou afastando-se do Senhor e a confiar na força humana. O Antigo
Testamento não hesita em prescrever tratamento médico para enfermidades físicas
(2Rs 20.5-7, e o uso de bálsamo, em Jr 8.22; 51.8), mas nunca divorcia os
remédios naturais da busca à ajuda divina (Dt 32.39).
* 16.14 mui grande a queima que lhe fizeram. Essas
fogueiras não eram de cremação, mas memoriais que honravam reis falecidos.
Contrastar as honras prestadas a Asa com a reação à morte de Jeorão (21.19).
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