* 27.1-9 Em
contraste com os registros desde Joás até Uzias, onde cada reinado é um
equilíbrio de obediência e desobediência (22.10—24.27, nota), a avaliação do
autor sobre Jotão é inteiramente positiva. Isso é seguido por um tratamento
negativo acerca de Acaz (cap. 28). Crônicas destaca que a fidelidade a Deus é o
caminho para o sucesso, nos projetos de construção e nos conflitos militares.
* 27.1 Jotão... dezesseis anos. Ele reinou
entre 750 e 732 a.C.. Jotão reinou durante o período de lepra de seu pai, Uzias
(750—740 a.C.) e foi co-regente com seu filho, Acaz (735—732 a.C.). Durante
seis anos ele foi monarca exclusivo. Os "dezesseis anos", mencionados
aqui e no v. 8, provavelmente referem-se à sua co-regência com seu pai e seu
reinado independente. Adicionando seus quatro anos com Acaz, isso eleva o total
de anos de reinado a vinte anos (2Rs 15.30).
* 27.2 não entrou no templo do SENHOR. Jotão não
violou regulamentos sacerdotais, conforme Uzias fizera (26.18, nota).
o povo continuava na prática do
mal. O historiador explica aqui que o povo, e não Jotão, era
culpado da corrupção contínua (cf. 2Rs 15.35).
* 27.5,6 Este registro da vitória sobre os
amonitas destaca a aprovação divina a Jotão.
* 27.7 no livro da História dos Reis. Ver
Introdução a 1 Crônicas: Autor.
* 28.1-27 A narrativa sobre Acaz em 2Rs 16 é
suplementada por 2 Crônicas. O reinado de Acaz contrasta violentamente com o
reinado de seu pai (cap. 27, nota), e o relato enfoca como a infidelidade leva
à derrota militar.
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