* 3.1
monte de Moriá... na eira de Ornã. O lugar
onde foi construído o templo de Salomão era santo, correspondendo ao lugar onde
Abraão foi testado (Gn 22.2-14). Davi comprou o local após o seu recenseamento
(1Cr 21.1—22.1), garantindo assim o local para a construção do templo por
Salomão (1Cr 22.5, nota).
* 3.3-17 Comparado
ao relato da construção do templo em 1Rs 6.4-20, este relato dá mais detalhes
de ornamentação (3.4-9), incluindo as descrições do salão principal (a
"sala grande", 3.5-7), do Santo dos Santos (3.8-14) e do pórtico
(3.15-17).
* 3.4
O pórtico. O pórtico
do templo fez o comprimento da estrutura inteira ser de oitenta côvados (36,60
m).
* 3.5 a sala grande. Isto é, o
Lugar Santo.
* 3.10
querubins. Essas
decorações eram estátuas postas em pé (vs. 11-18), bem maiores do que os
querubins sobre o propiciatório da arca da aliança (Êx 25.18-20).
* 3.14
véu. O templo de Salomão
acompanhava o padrão do tabernáculo de Moisés, mas tinha o dobro das suas
dimensões (Êx 26.31-35). No templo de Salomão também havia um véu que separava
o Santo dos Santos do Lugar Santo ("a sala grande"). O véu proibia o
acesso ao Santo dos Santos. Simbolizava a restrição do acesso à presença de
Deus, uma restrição eliminada pela obra mediatória da morte de Cristo (Mt
27.51, nota; Hb 9.1-14, nota; 10.11-22, nota).
* 3.15
trinta e cinco côvados de altura. 1Rs 7.15
diz "dezoito côvados" (cf. 2Rs 25.17; Jr 52.21). Tem sido sugerido
que os trinta e cinco côvados representam o comprimento das duas colunas
(dezoito mais dezoito) ou então a soma das dimensões dadas (dezoito de altura,
doze ao redor e cinco para o capitel). Também é possível que um copista
posterior tenha introduzido um erro.
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