* 36.2-14 O historiador repassou rapidamente os
reinados dos três filhos de Josias (Jeoacaz, Jeoaquim e Zedequias), bem como de
seu neto (Joaquim). Seu relato é mais breve que o de Reis (2Rs 23.31—24.20);
ele relata as falhas e a desobediência que levaram ao exílio na Babilônia (1Cr
3.15, nota; 3.17, nota).
* 36.2 Jeoacaz. Reinou por três meses, em
609 a.C.
* 36.3 o rei do Egito. Depois da
derrota de Josias por parte de Neco (609 a.C.), o Egito dominou Judá.
* 36.4 e lhe mudou o nome. Mudar o
nome de outro rei demonstrava domínio político.
* 36.5-8 Uma abreviação do trecho de 2Rs
23.36—24.7.
* 36.5 Jeoaquim. Reinou entre 609 e 598 a.C.
* 36.6 Nabucodonosor, rei da Babilônia. Depois que
o Egito foi derrotado pelos babilônios em Carquêmis (605 a.C.), Judá ficou
sujeito ao poder da Babilônia.
* 36.9 Joaquim. Reinou por pouco mais de
três meses, em 597 a.C. Essa captura e soltura ficou registrada em 2Rs 24.8-12;
25.27-30. Crônicas não fala sobre sua soltura de Babilônia, preferindo terminar
com o edito de Ciro, que permitiu que os exilados retornassem a Jerusalém.
* 36.11 Zedequias. Reinou entre 597 e 586 a.C.
Zedequias buscou apoiar-se no Egito, mas sem resultado positivo. Os babilônios
cercaram Jerusalém por dois anos, e, finalmente, conquistaram a cidade em 586
a.C.
* 36.14 todos os chefes. Não
somente os reis, mas também os sacerdotes e o povo tinham cometido pecados que
os tornavam passíveis da retribuição do exílio na Babilônia.
* 36.15 seus mensageiros. As
advertências dos profetas figuram com freqüência em Crônicas (20.20, nota).
Jeremias esteve ativo durante o reinado de Zedequias (Jr 1; 21; 34; 37; 38 e
52).
* 36.16 não houve remédio. Compare Hb
6.4-6.
* 36.21
a terra se agradasse dos seus sábados. Essa
observação mostra-nos que Deus tinha seus próprios propósitos ao permitir o
exílio babilônico dos judeus. Durante esse período, a terra desfrutaria do
descanso sabático que lhe havia sido negado (Lv 26.40-45).
setenta anos. Ver Jr
25.1-14 e Dn 9. Crônicas considera o fim dos setenta anos como o primeiro ano
de Ciro (538 a.C.). Talvez o cálculo comece na primeira deportação (605 ou 604
a.C.), no reinado de Jeoaquim. Zc 1.12-17 talvez indique que os setenta anos
foram medidos a partir da destruição do templo, em 586 a.C., até à sua nova
dedicação, em 516 a.C.
* 36.22,23 Esta passagem é repetida com alguma
variação em Ed 1.1-4. Ciro exerceu uma política liberal para com muitos povos
deportados pelos babilônios. A liberação de Israel relembra a oração de
dedicação de Salomão (6.36-39, nota).
* 36.23 me encarregou de lhe edificar uma casa em
Jerusalém. Deus fez Ciro ordenar a volta do povo de Israel com o
propósito específico de reconstruir o templo. No decurso da sua obra, o
escritor de Crônicas deu a devida ênfase ao templo e aos seus cultos, mostrando
como sua renovação podia ser efetuada sob a orientação de Deus.
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