*          7.1       desceu fogo do céu. Ver nota em 1Cr 21.26.

 

glória. Ver índice "A Glória de Deus".

 

*          7.2,3 A repetição de elementos que já tinham sido mencionados em 5.13,14 equilibra a celebração inicial com a celebração final. Note, especialmente, os louvores à misericórdia permanente de Deus (7.3,6; 5.13, e nota).

 

*          7.6       A música de adoração aumenta o esplendor das celebrações (1Cr 15.16, nota).

 

todo o Israel. A nação inteira estava envolvida (1Cr 11.1, nota).

 

*          7.8                   festa. A saber, a Festa dos Tabernáculos (5.3, nota).

 

*          7.10     a Davi, a Salomão. 1Rs 8.66 diz simplesmente "Davi". Mas o escritor de Crônicas considerou a construção do templo como um esforço conjunto de Davi e Salomão (1Cr 22.5, nota).

 

*          7.13-15 Estes três versículos não aparecem em Reis. Eles relatam a resposta de Deus a vários pedidos mencionados na oração de Salomão (6.14-42). Os leitores da época posterior ao retorno dos exilados da Babilônia estavam esperando a ajuda divina para que lhes restaurasse ou "curasse" a terra (Introdução a 1 Crônicas: Data e Ocasião).

 

*          7.13     chuva... gafanhotos... peste. Refere-se diretamente a 6.26-31.

 

*          7.14     o meu povo. Deus prometeu que a nação de Israel receberia alívio das dificuldades causadas por seus pecados, contanto que os israelitas se voltassem para ele em humildade e oração. Esta promessa foi especialmente relevante para a comunidade restaurada, terminado o exílio babilônico. Um certo número de eventos nos reinos dividido e reunido ilustram os princípios desta passagem (12.6; 13.14; 14.8-15; 18.31; 20.5-19; 32.20; 33.12,13, e notas). Por muitas vezes, em Crônicas, os conceitos desta passagem aparecem como fatores decisivos para as bênçãos ou as maldições divinas.

 

se humilhar. Uma atitude de contrição e de dependência de Deus (12.6,7,12; 30.11; 33.12,19,23; 34.27).

 

*          7.16,20           nome. Ver nota em 1Cr 13.6.

 

*          7.17-22           A promessa de que a dinastia fundada por Davi permaneceria para sempre deu esperança àqueles que esperavam a restauração da nação de Israel, depois de sua volta do exílio na Babilônia. Apesar de que a promessa à linhagem de Davi era irrevogável, a nação sempre enfrentou a ameaça de punição, se se mostrasse infiel (1Cr 17.7-14, nota; e 28.9, nota).

 

*          7.17     os meus estatutos e os meus juízos. Ver nota em 1Cr 16.40.