*          15.1                 No vigésimo-sétimo ano de Jeroboão. Isto é, 767 a.C., quando Amazias morreu e Azarias começou o seu governo independente.

 

*          15.2                 Tinha dezesseis anos. Azarias, também chamado Uzias (15.30,32,34; Is 6.1), provavelmente foi co-regente com seu pai, Amazias, por muitos anos, que foi capturado por Jeoás de Israel (14.13, nota).

 

cinqüenta e dois anos. Ou seja, entre 792 e 740 a.C. Azarias, tal como Jeroboão II, no norte, desfrutou de um longo reinado, embora ao final tenha sofrido de uma doença da pele (v. 5).

 

*          15.3                 Ele fez o que era reto perante o SENHOR. Ele seguiu os ditames da aliança (1Rs 2.3, nota).

 

*          15.4                 os altos não se tiraram. Azarias, tal como seu pai, Amazias (14.3,4) é louvado, mas esse louvor foi restringido, porquanto Azarias não fez cessar a adoração nos santuários nos altos das colinas (1Rs 3.2, nota).

 

*          15.5                 leproso. Azarias sofria de alguma forma de doença da pele distinta da doença de Hansen (2Cr 26.16-21).

 

Jotão... tinha o cargo da casa. Ele obteve o mais elevado posto no governo de Judá (18.18; Is 22.15-23). Jotão agiu como rei, quando Azarias ficou incapacitado e tornou-se rei quando Azarias morreu (vs. 32-38).

 

*          15.6                 livro da História dos Reis de Judá. Ver nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.7                 Jotão. Ver os vs. 32-38.

 

*          15.8                 No trigésimo-oitavo ano de Azarias. Isto é, 753 a.C. Zacarias foi o último rei da dinastia de Jeú (10.30).

 

*          15.9                 pecados de Jeroboão. Ver nota em 1Rs 12.30.

 

*          15.10   Salum... matou-o. A morte de Zacarias precipitou um longo conflito pelo poder que envolveu uma série de revoluções e contra-revoluções. Incluindo Zacarias, Israel teve quatro reis diferentes (Salum, Menaém, Pecaías) em apenas treze anos. Nenhum desses reis mereceu a sanção profética (cf. Os 8.4).

 

*          15.11   livro da História dos Reis de Israel. Ver nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.13-16         Tendo usurpado o trono de Israel mediante o assassinato de Zacarias, Salum reinou apenas por um mês, antes dele mesmo ser morto.

 

*          15.13   no trigésimo-nono ano de Uzias. Ou seja, em 752 a.C. Uzias também é chamado Azarias (v. 2, nota).

 

*          15.14   Tirza. A antiga capital do reino de Israel (1Rs 14.17; 15.21,33).

 

*          15.15   livro da História dos Reis de Israel. Ver a nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.16   Tifsa. Há um lugar chamado Tifsa no rio Eufrates, no extremo norte (1Rs 4.24), mas no texto original provavelmente se lê: “Tapua”, na fronteira entre Manassés e Efraim (Js 16.8; 17.7,8).

 

fez rasgar pelo ventre. Ver nota em 8.12.

 

*          15.17   reinou dez anos. Ou seja, entre 752 e 742 a.C.

 

*          15.18   pecados de Jeroboão. Ver nota em 1Rs 12.30.

 

*          15.19   Pul. Esse era o nome do rei assírio Tiglate-Pileser III (745-727 a.C.; cf. 1Cr 5.26). O império assírio ia-se fortalecendo cada vez mais. Os anais de Tiglate-Pileser III afirmam que ele recebeu tributo de vários reis ocidentais, incluindo Menaém, de Samaria.

 

mil talentos de prata. Essa quantia é coerente com o tributo exigido por outros reis, durante esse mesmo período.

 

consolidar o seu reino. Ironicamente, Menaém usou seu relacionamento de vassalo com os temidos assírios para consolidar seu próprio governo sobre Israel. Essa subserviência voluntária de Israel à Assíria foi lamentada pelo profeta Oséias (Os 5.13,14).

 

*          15.20   cinqüenta siclos de prata. Uma conversão das cifras indica que sessenta mil homens, pagando cinqüenta siclos (570 gr.) de prata cada um, teriam levantado os mil talentos necessários.

 

*          15.21   livro da História dos Reis de Israel. Ver nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.23   No qüinquagésimo ano... reinou... dois anos. Isto é, 742-740 a.C.

 

*          15.24   pecados de Jeroboão. Ver nota em 1Rs 12.31.

 

*          15.25   Peca... filho de Remalias. Um alto oficial do reino do norte, que decerto fazia parte da facção anti-assíria do reino do norte (v. 29). Ele buscou ter um bom relacionamento com os sírios durante o seu governo como uma maneira de se proteger das intenções dos assírio sobre o ocidente (16.1-9; Is 7.1).

 

cinqüenta homens dos gileaditas. Peca, tal como os rebeldes antes dele (vs. 10, 14), pode ter sido natural de Gileade. Peca pode ter reinado sobre Gileade, antes de tentar derrubar Pecaías, em Samaria.

 

*          15.26   livro da História dos Reis de Israel. Ver nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.27-31         Tendo assassinado a Pecaías, Peca o substituiu como rei de Israel. O rei da Assíria captura parte do território de Israel durante o reinado de Peca.

 

*          15.27   No qüinquagésimo-segundo ano de Azarias. Ou seja, 740 a.C.

 

vinte anos. Ou seja, 752-732 a.C. A cronologia do governo de Peca é difícil de ser fixada. É possível que ele tenha liderado uma rebelião durante o reinado politicamente instável de Menaém (vs. 17-22), e que o reinado dele seja calculado a partir desse momento (v. 25, nota).

 

*          15.28   pecados de Jeroboão. Ver nota em 1Rs 12.30.

 

*          15.29   Tiglate-Pileser. Ou seja, Tiglate-Pileser III. Todas as cidades e regiões aqui alistadas estão na parte norte do reino de Israel. Durante sua campanha de 733-732 a.C., Tiglate-Pileser também atacou a Síria capturando a sua capital, Damasco (16.9).

 

levou os seus habitantes para a Assíria. Tal como foi observado em 10.32, Deus estava reduzindo Israel em território e em população.

 

*          15.30   no vigésimo ano de Jotão. Ou seja, em 732 a.C. Quanto ao reinado de Oséias, ver 17.1-6.

 

*          15.31   livro da História dos Reis de Israel. Ver nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.32   No ano segundo de Peca. Ou seja, 750 a.C.

 

*          15.33   Tinha vinte e cinco anos de idade. Provavelmente, Jotão foi co-regente com seu pai Azarias (Uzias) nos primeiros dez anos de seu reinado (v. 2, nota).

 

dezesseis anos. Ou seja, entre 750 e 735 a.C.

 

*          15.34   Fez o que era reto perante o SENHOR. Ele se mostrou leal à aliança mosaica (1Rs 2.3, nota).

 

*          15.35   os altos não se tiraram. Ver nota em 1Rs 3.2.

 

a Porta de Cima da Casa do SENHOR. Essa porta também é chamada de "porta superior de Benjamim" (Jr 20.2) e estava na parte norte do complexo do templo, voltada para o território de Benjamim.

 

*          15.36   livro da História dos Reis de Judá. Ver nota em 1Rs 11.41.

 

*          15.37   Rezim. Ele foi o último rei da Síria. A Síria e Israel tinham forjado uma aliança para combater os assírios, e estavam preparados para forçar o rei de Judá a aliar-se a eles, invadindo Judá (v. 29, nota; 16.5-12 e notas).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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