* 19.1 rasgou as suas vestes. Ver 1Rs
21.27.
cobriu-se de pano de saco. Ver nota em 6.30.
* 19.2 o mordomo. Ver 1Rs
4.6, nota.
o escrivão. Ver 2Sm 8.17.
os anciãos dos sacerdotes. Provavelmente, esses
anciãos eram os cabeças das várias famílias sacerdotais de Jerusalém.
profeta Isaías. Isaías teve um papel crucial ao
prover Ezequias com bons conselhos durante essa crise (Is 37).
* 19.4 pelos que ainda subsistem. Esse
remanescente inclui todos os habitantes deixados em Judá, originários tanto de
Judá quanto de Israel, depois dos ataques dos assírios e suas deportações
(17.6, nota).
* 19.8 Libna. Essa
cidade ficava na fronteira entre Judá e a Filístia, a cerca de 19 km a sudeste
de Asdode. Nos seus anais, Senaqueribe se jacta de como ele compeliu Ezequias a
entregar à sua custódia o rei de Ecrom, a quem Ezequias tinha aprisionado em
Jerusalém. Senaqueribe, segundo parece, conseguiu reverter a maior parte das
primeiras conquistas de Ezequias contra os filisteus (18.8).
Laquis. Ver 18.17 e nota.
* 19.9 Tiraca, rei da Etiópia. A Etiópia,
que a Bíblia chama de "Cuxe", refere-se à parte do sul do Egito, e às
terras mais para o sul. Tiraca era irmão do Faraó Sebteco, que lançou uma
campanha contra a Palestina, para enfrentar os assírios, sob o comando de
Senaqueribe. Embora Tiraca só tivesse se tornado rei em 690 ou 688 a.C., pelo
tempo da composição desta passagem era natural referir-se a ele com esse título
característico de "rei".
* 19.12 Gozã. Ver 17.6.
Harã. Ver Gn 11.31.
Rezefe. Uma cidade na Síria, a nordeste de Hamate.
os filhos de Éden, que estavam em Telassar. Éden era
um distrito na Síria, ao sul de Harã.
* 19.13 Hamate... Iva.
Senaqueribe citou essa lista de nomes, incluindo cidades da Assíria para onde
ele tinha deportado pessoas de Israel (17.24 e nota), a fim de impressionar a
Ezequias de que Judá sofreria como Israel tinha sofrido.
* 19.18 porque deuses não eram. Ver Dt
4.28,35; 32.17-21; Sl 115.3-8; Is 40.18-20; 44.9-20.
* 19.21 A virgem, filha de Sião. Essa frase
refere-se, afetuosamente, à cidade de Jerusalém (Is 1.8).
meneia a cabeça por detrás de ti. Essas
palavras descrevem um gesto de zombaria, enquanto os assírios fugiam (Jr
18.16).
* 19.25 Acaso, não ouviste.
Equivocadamente, os assírios pensavam que suas grandes vitórias originavam-se
em seu grande poder. Eles não reconheciam que Deus era o responsável final pelo
sucesso militar deles (cf. Is 10.5-12; 14.24-27).
* 19.28 porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio
na tua boca. Essa referência diz respeito ao costume dos assírios
tratarem os inimigos capturados como se fossem animais de uma caravana (2Cr
33.11; cf. Ez 19.4,9). Deus viraria a
mesa contra os assírios.
* 19.29 sinal. Ou seja, a predição de um evento
futuro (1Rs 13.3, nota).
* 19.30 de resto. Ver as notas no v. 4 e Is
1.9. O remanescente não somente sobreviveria, mas também floresceria.
* 19.34 por amor do meu servo Davi. Ver nota
em 1Rs 11.36.
* 19.35 o Anjo do SENHOR. Quanto aos
anjos como instrumentos de destruição, ver Gn 19.15; 2Sm 24.16. A maciça
destruição do exército assírio fala das profecias dos vs. 21,32-34.
* 19.36 Nínive. Nínive era a capital do
reino assírio.
* 19.37 Nisroque. Esse deus não figura nos
anais históricos da Assíria.
o feriram à espada. Documentos da Assíria registram
que em um conflito pelo trono, em 681 a.C., um dos filhos de Senaqueribe o
assassinou. O autor dos livros dos Reis uniu os eventos que cercaram a
vergonhosa derrota de Senaqueribe (701 a.C.), e seu assassinato (681 a.C.).
Ararate. Esse é outro nome para Urartu, a Armênia de nossos
dias (Gn 8.4).
Esar-Hadom. Esar-Hadom reinou na Assíria de
681 a 669 a.C.
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sergiovalentin