*          6.1                   discípulos dos profetas. Ver nota em 1Rs 20.35.

 

*          6.5                   machado. Esse instrumento era caro e relativamente raro em Israel nesse tempo. Pelo fato de que o profeta tinha emprestado o machado de um amigo, sua perda representaria um problema.

 

*          6.8                   rei da Síria. Assim como no cap.5, os reis da Síria e de Israel (v. 9) não foram chamados por seus nomes. O mais provável é que tenham sido Ben-Hadade II (8.7; 13.3; 1Rs 20.1) e Jorão (1.17; 3.1; 9.24).

 

guerra a Israel. A despeito da ratificação de um tratado ente Israel e a Síria (1Rs 20.34; 22.1), as duas nações continuaram a lutar.

 

*          6.16                 mais são os que estão conosco. Eliseu referia-se ao "exército" celestial de Deus (cf. Js 5.13-15; 2Cr 32.7,8; Dn 10.20; 12.1). Ao lutarem nas guerras por Deus, os israelitas acreditavam que não estavam lutando sozinhos, mas contando com o poder de Deus (Êx 15.1-12; Dt 20.1-4; 2Sm 22.7-16,31-51). Ver também Mt 26.53.

 

*          6.17                 lhe abras os olhos. Eliseu orou para que o servo visse algo que não aparece a olhos nus: os exércitos celestiais de Deus prontos para batalhar contra os sírios.

 

*          6.21                 meu pai. Os reis chamavam Eliseu de "pai", por terem grande respeito por ele (2.12 e nota; 13.14).

 

*          6.22                 Não os ferirás. A lição destacada por Eliseu era dupla. Em primeiro lugar, os cativos não pertenciam ao rei, porque a vitória pertencia a Deus. Em segundo lugar, os cativos que se colocavam à mercê de seus captores normalmente não eram mortos (Dt 20.11; 2Sm 8.2).

 

*          6.24                 Ben-Hadade. O mais provável é que tenha sido Ben-Hadade II (8.7; 1Rs 20.1, nota).

 

*          6.25                 a cabeça de um jumento por oitenta siclos de prata. Uma parte indesejável de um animal imundo (Lv 11.2-7; Dt 14.4-8) estava sendo vendida por quase um quilo de prata.

 

*          6.28                 Dá teu filho, para que, hoje, o comamos. As maldições da Aliança do Sinai previam exatamente essa espécie de canibalismo (Lv 26.29; Dt 28.52-57; cf. Lm 2.20; 4.10; Ez 5.10).

 

*          6.30                 rasgou as suas vestes. Esse ato era um sinal de aflição (1Rs 21.27, nota).

 

trazia pano de saco por dentro, sobre a pele. Isso demonstrou que até o rei estava em estado de lamentação (Gn 37.34; 1Rs 21.27; Jo 3.5,6).

 

*          6.32                 juntamente com os anciãos. Os líderes da cidade estavam conferenciando com Eliseu, e não com o rei (1Rs 8.1, nota).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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