*          9.1                   discípulos dos profetas. Ver nota em 1Rs 20.35.

 

*          9.3                   Toma... azeite, derrama-lho sobre a cabeça. Eliseu instruiu um dos profetas para que realizasse um rito de unção, usado para designar um (futuro) monarca (11.12; 23.30; 1Sm 9.16; 10.1; 16.13 e 2Sm 2.7).

 

*          9.9                   como à casa de Jeroboão... como à casa de Baasa. Deus tinha destruído essas duas dinastias israelitas anteriores por causa de sua infidelidade (1Rs 15.27-30; 16.8-13).

 

*          9.10                 não haverá quem a enterre. A falta de sepultamento era um sinal de desgraça (Jr 8.2; 16.4-6; 22.19; 25.33).

 

*          9.11                 este louco. Por causa de seu estilo de vida incomum, hábitos excêntricos e mensagem proféticas extáticas, os profetas eram tidos como loucos por certas pessoas (cf. Jr 29.26; Os 9.7).

 

*          9.13                 tocaram a trombeta. As trombetas anunciavam a unção de um rei (cf. 2Sm 15.10; 1Rs 1.34).

 

*          9.21                 Nabote, o jezreelita. O golpe político de Jeú atingiu o seu clímax no mesmo lugar onde Acabe e Jezabel tinham mandado matar Nabote (1Rs 21.1-16).

 

*          9.22                 Que paz. A pergunta feita por Jeú atingiu em cheio o âmago da questão. Não pode haver verdadeira paz enquanto houver idolatria e feitiçaria (cf. 17.17; 21.6; Jz 2.17; 8.33; Os 2.3; Na 3.4).

 

*          9.25                 o SENHOR pronunciou contra ele esta sentença. Ver 1Rs 21.21-24.

 

*          9.27                 Acazias, rei de Judá... morreu. Jeú não estava autorizado a matar os descendentes de Davi que estavam aparentados com a casa de Acabe, através de sua filha, Atalia (cf. os vs. 8-10). Jeú mostrou-se por demais zeloso no cumprimento de sua comissão. Oséias o criticou "pelo sangue de Jezreel” (Os 1.4).

 

*          9.29                 No ano undécimo. Esse número talvez nos informa acerca dos anos completos de seu governo, deixando de fora o ano em que ele subira ao trono. Isso concordaria com os números apresentados em 8.25.

 

*          9.30                 Jezreel. O cenário volta a ser o sinistro local do assassinato de Nabote.

 

*          9.31                 Zinri. Ao referir-se a Jeú dessa maneira, Jezabel aludia sarcasticamente ao massacre sangrento efetuado por Zinri, quase meio século antes (1Rs 16.9-15).

 

*          9.32                 eunucos. Essa última palavra pode referir-se a homens que eram empregados como guardas e auxiliares dos haréns reais, no antigo Oriente Próximo (como aqui), ou a oficiais da corte real (20.18; Is 39.7; Jr 29.2; 34.19; 38.7; Dn 1.3,7-10).

 

*          9.34                 filha de rei. Jeú não dignificou Jezabel com o título de "rainha de Israel", mas antes, referiu-se a ela como a filha de Etbaal, rei dos sidônios (1Rs 16.31).

 

*          9.36                 os cães comerão a carne de Jezabel. O oráculo de julgamento do qual Jezabel escarneceu com tanto desprezo, enquanto vivia, agora se cumpria em sua morte (1Rs 21.23). Cães também estiveram presentes na morte de Acabe (1Rs 22.38).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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