*          17.5                 Husai, o arquita. Ver nota em 15.32.

 

*          17.6                 Desta maneira. Absalão explicou o conselho de Aitofel a Husai.

 

*          17.7-13.          Depois de ter declarado que o conselho de Aitofel não era bom "desta vez" (v. 7), Husai oferece um plano alternativo, enfatizando não uma ação rápida, mas, sim, baseada na força esmagadora (vs. 11-13). O plano sugerido por Husai ganhava tempo para Davi escapar para o outro lado do rio Jordão (vs. 16,22).

 

*          17.11   desde Dã até Berseba. Ver Jz 20.1; 1Sm 3.20.

 

*          17.12   cairemos sobre ele, como o orvalho cai sore a terra. A comparação usada por Husai lembra o sentido de um poder todo-abrangente de um ataque em massa, avassalador, e também sugere, por seu uso de uma figura de linguagem serena, diminuir o sentido de urgência, sugerindo que a vitória seria obtida sem muito esforço.

 

*          17.14   Pois ordenara o SENHOR. Embora o Senhor não fizesse intervenção direta, ele, de maneira alguma, demonstra-se inativo.

 

dissipado o bom conselho. Essa foi uma resposta à oração de Davi em 15.31.

 

*          17.15   Zadoque e a Abiatar. Em 15.27-29, Davi os enviara, juntamente com os filhos deles, Aimaás e Jônatas, a Jerusalém, a fim de colherem e transmitirem informações a ele (15.35,36). Quanto a informações gerais sobre Zadoque e Abiatar, ver nota em 8.17.

 

*          17.16   vaus do deserto. Ver nota em 15.28.

 

*          17.17   Jônatas e Aimaás. Ver nota no v. 15.

 

En-Rogel. Uma fonte fora das muralhas de Jerusalém, provavelmente no sul.

 

uma criada. Tirar água de uma fonte era uma tarefa normal para uma jovem criada, e essas visitas à fonte não seriam notadas.

 

*          17.18   entraram em casa de um homem, em Baurim. Devido à passagem recente de Davi por Baurim, o local onde Simei o amaldiçoara (16.5-14), ele saberia quem o apoiava. Sobre Baurim, ver nota em 3.16.

 

*          17.23   sua cidade. Ver 15.12 e nota.

 

se enforcou. O suicídio de Aitofel presumivelmente foi impulsionado não só por ter seu recente conselho sido desconsiderado, mas também porque ele compreendeu que as chances de êxito de Absalão tinham se tornado bastante remotas. E também porque não havia possibilidade de reconciliação entre Davi e Aitofel (16.21 e nota).

 

*          17.24   Maanaim. Ver nota em 2.8.

 

*          17.25   Amasa. De acordo com 1Cr 2.13-17, Amasa era sobrinho de Davi. Isso tornaria Amasa primo tanto de Absalão quanto de Joabe (2.18 nota). Absalão nomeou Amasa para substituir a Joabe como comandante do exército, e Davi, posteriormente faria a mesma coisa (19.13). Entretanto, a duração do cargo de Amasa seria breve, pois Joabe nunca fechou sem olhar para a concorrência (20.9,10).

 

Abigail. A mãe de Amasa era ou irmã de Davi (1Cr 2.15-17) ou talvez sua meia-irmã, visto ser ela aqui descrita como "filhas de Naás, e irmã de Zeruia".

 

Naás. Presumivelmente, essa é uma Naás diferente da amonita "Naás, de Rabá", mencionada no v. 27.

 

*          17.27   Sobi, filho de Naás. Tal como Hanum, Sobi era membro da família real dos filhos de Amom (10.1,2), mas, diferentemente de Hanum, ele respeitava Davi, e pode ter sido o escolhido de Davi para governar a cidade de Rabá, depois que a mesma foi capturada (12.26-31).

 

Rabá, dos filhos de Amom. Ver nota em 11.1.

 

Maquir. Ver nota em 9.4.

 

Barzilai. Para saber mais acerca desse benfeitor de Davi e quanto à tentativa para recompensá-lo, ver 19.31-39; 1Rs 2.7.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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