* 20.1 um homem de Belial. Ver
referência lateral e nota em 1Sm 2.12.
Seba, filho de Bicri, homem de
Benjamim. Da mesma tribo que Saul, Seba pode até ter sido seu parente.
Não fazemos parte de Davi. Ver nota
em 19.43. Embora o comportamento agressivo dos homens de Judá certamente foi um
fator na questão, uma certa lealdade a Saul também deve ter desempenhado um
papel na retirada de apoio em massa de Davi, por parte das tribos do norte.
cada um para as suas tendas. Essa
expressão arcaica não deveria ser entendida, nesse estágio da história, que os
israelitas ainda habitavam em tendas. Ver Jz 19.9, onde a mesma palavra
hebraica, aqui traduzida por "tendas", aparece traduzida por
"casa".
* 20.3. as suas dez concubinas. Ver
15.16; notas em 16.21,22.
* 20.4 Amasa. Ver notas
em 17.25 e 19.13.
três dias. Esse era
um prazo limitado, embora não impossível, para a realização da tarefa
estabelecida por Davi.
* 20.5 demorou-se além do tempo. A razão da
demora de Amasa não é declarada. Talvez ele não apoiasse inteiramente a causa
de Davi, ou, alternativamente, fosse incapaz de obter a lealdade imediata entre
os membros da tribo de Judá, cuja lealdade talvez continuasse com Joabe (v. 11
e nota).
* 20.6 disse Davi a Abisai. Embora
Amasa estivesse demonstrando ser insatisfatório no cargo que ocupava, Davi
continuava indisposto a reintegrar a Joabe (19.13), e, dessa forma, encarregou
Abisai em lugar de Joabe. Mas pelo fim do episódio, Joabe retomará sua ocupação
anterior, indiferente aos desejos de Davi (vs. 13 e 23).
os servos de teu senhor. Esses são
chamados de "homens de Joabe", no v.7.
* 20.7 a guarda real. Ver nota
em 1Sm 30.14.
valentes.
Presumivelmente são os mesmos indivíduos que foram citadas em 23.8-39.
* 20.8 à pedra grande.
Provavelmente tratava-se de um marco territorial bem conhecido, da mesma ordem
que aqueles outros mencionados nos livros de Samuel (2Sm 15.17; 1Sm 19.22;
20.19). A pedra grande pode ter sido um altar (cf. 1Sm 14.33,34), e alguns
estudiosos têm sugerido um elo com o "alto maior" de Gibeom (1Rs
3.4).
Gibeom. Ver nota
em 2.12.
fez cair a espada. Não é dito
se a espada caiu no chão, ou para dentro das dobras da túnica de Joabe (talvez
cingida para a marcha). Ver nota no v. 10.
* 20.9 lhe pegou a barba. Esse era
um gesto normal para administrar o beijo de saudação, e, mui provavelmente, não
despertaria qualquer suspeita.
* 20.10 a espada que estava na mão de Joabe. Não fica
claro se essa foi a mesma espada que tinha caído, e que foi retirada ou do chão
ou das dobras da túnica de Joabe (v. 8, nota), ou uma segunda arma que Joabe
carregava oculta (neste caso a espada caída foi apenas para distrair). Seja
como for, Joabe foi capaz de apanhar Amasa inteiramente desprevenido, e matá-lo,
tal como tinha feito com Abner (3.27).
* 20.11 Quem está do lado de Joabe... Davi. Duas
coisas podem ser inferidas dessa convocação. Joabe continuava a desfrutar da
lealdade pessoal de, pelo menos, alguns homens que pertenciam às tropas, embora
ele tenha sido preterido por Davi (19.13), e que a lealdade de Amasa a Davi não
gozava de total confiança. Ver nota no v. 5.
* 20.14 Abel-Bete-Maaca. Essa
cidade também foi mencionada em 1Rs 15.20; 2Rs 15.29. Quanto ao reino de Maaca,
ver 10.6 e nota. Abel geralmente tem sido identificada como uma localidade a
cerca de 19km ao norte do lago Hulé e a 6,5km a oeste de Dã.
beritas. Esse nome
não aparece em lugar nenhum, em todo o Antigo Testamento; alguns têm sugerido o
termo "bicritas" (cf. "Seba, filho de Bicri", no v. 1).
* 20.19 uma cidade e uma mãe em Israel. A
expressão "uma mãe em Israel" exprime veneração e honra (Jz 5.7). A
cidade "pacífica e fiel" merecia ser tratada com respeito, em lugar
de ser destruída como uma traidora rebelde.
a herança do SENHOR. Ou seja,
Israel — seu território e seu povo, no seu todo e em suas partes (14.16; 21.3;
1Sm 10.1 e nota; 26.19).
* 20.21 região montanhosa de Efraim. Esse nome
pode aplicar-se à área geográfica que se estende até o território de Benjamim,
ou então Seba, embora fosse um benjamita (v. 1), estivesse vivendo no
território de Efraim.
* 20.23-26 Este resumo dos oficiais de Davi
forma um paralelo com a lista de 8.15-18, com várias diferenças. Falta a
fórmula de abertura acerca do "reinado de Davi" (8.15), e não
menciona os filhos de Davi (cf. 8.18). Seraías (8.17) é aqui chamado de Seva
(v. 25), e dois novos nomes são adicionados à lista: Adorão e Ira (vs. 24, 26).
1Rs 4.1-6 indica que muitos dos oficiais de Davi continuaram em seus cargos,
durante pelo menos a primeira parte do governo de Salomão.
* 20.23 Joabe era comandante de todo o exército de
Israel. Ver nota no v. 6. Tendo recuperado sua posição anterior,
aparentemente sem qualquer protesto da parte da Davi, Joabe a manteve até ser
executado por Salomão, por motivo de traição (1Rs 1.7; 2.22,28-35).
Benaia... da guarda real. Ver 1Sm
30.14, nota.
* 20.24 Adorão. Depois de servir não
somente Davi, mas também a Salomão (1Rs 4.6, nota), Adorão foi apedrejado por
"todo o Israel", durante os primeiros dias do rei Reoboão (1Rs
12.18).
trabalhos forçados. A palavra
hebraica usada em 1Rs 12.18 descreve trabalho imposto a povos subjugados, como
sucedera aos israelitas no Egito (Êx 1.11), ou aos cananeus sobreviventes,
depois da conquista pelos israelitas (Js 16.10; Jz 1.28). Ela também descreve o
trabalho executado por recrutas do próprio Israel executando os projetos de
construção de Salomão (1Rs 9.15). Nem Adorão e nem os trabalhadores forçados
tinham sido incluídos no primeiro sumário do governo de Davi (8.15-18), o que
pode sugerir que o trabalho forçado só foi introduzido mais tarde no reinado de
Davi (como talvez em 12.31).
Josafá... era o cronista. Ou talvez
um "arauto real" (ver 8.16 e nota).
* 20.25 Seva, o escrivão. Ele era um
oficial de alta posição, talvez equivalente ao moderno "secretário de
estado" (ver nota em 8.17).
* 20.26 Ira. Ira não é mencionado em qualquer
outro lugar do Antigo Testamento, a menos que ele seja "Ira, filho de
Iques" (23.26), ou "Ira, itrita" (23.38), ambos citados entre os
heróis de Davi (23.24-39).
O jairita. Alguns
eruditos têm tentado associar "Ira, o jairita" com a cidade levítica
de "Jatir" (Js 21.14). Outros pensam em "Jair, filho de
Manassés" (Nm 32.41; Dt 3.14) ou em "Jair, o gileadita" (Jz
10.3).
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