* 3.1,2 Paulo pede orações pelo sucesso do evangelho e
pela proteção aos que o levam. Paulo enfretou quase que constante perigo de
vida no decorrer de seu ministério. Essa passagem, além de Rm 15.30,31; 2Co
1.11 e Fp 1.19, mostra o quanto ele confiava nas orações do povo de Deus para a
continuação de seu ministério e até, possivelmente, para sua própria
sobrevivência.
* 3.3 fiel.
Contrapõe-se à infidelidade mencionada no versículo anterior a
fidelidade inabalável de nosso Deus imutável (Ml 3.6; 1Co 1.9; 10.13; 2Co 1.18;
Tg 1.17).
* 3.5 ao amor de Deus e à constância de Cristo. Nossos corações devem viajar para esses
seguros portos espirituais de meditação; é uma viagem dirigida pelo Senhor.
* 3.6-15 Ver Introdução: Características e Temas. Paulo toma medidas firmes contra um
persistente problema de ociosidade e suas conseqüências (v. 10; cf. 1Ts
4.11). Paulo, obviamente, considera
séria a falta mas trata os faltosos como irmãos crentes.
* 3.6 que vos aparteis. É possível que Paulo tivesse em mente as
instruções de Jesus sobre a disciplina eclesiástica registradas em Mt 18.15-17.
Ele dá instruções semelhantes nos vs. 14 e 15; Rm 16.17; 1Co 5.9-13; 2Tm 3.1-5;
Tt 3.10,11.
* 3.9 esse direito. Paulo consistentemente ensina que aqueles que
trabalham no evangelho merecem seus salários (1Co 9.6-18). Paulo, normalmente, aceitava apoio ao seu
ministério mas, quando temia que seus motivos seriam postos em dúvida ou quando
(como em Tessalônica) fazia-se necessário um exemplo firme para aqueles que
recusavam-se a trabalhar, Paulo renunciava aos seus direitos e recusava-se a
receber remuneração.
* 3.10 Aparentemente, o problema da ociosidade se
manifestou quando Paulo e seus companheiros ainda estavam na cidade. Mesmo então haviam sentido a necessidade de
conclamar os que andavam "desordenamente" a trabalharem (vs. 6 e 11).
* 3.11 não trabalhando; antes, se intrometem na vida
alheia. Sem ocupação própria,
tais ociosos intrometiam-se nos negócios alheios.
* 3.14 nem vos associeis. Ver nota nos vs. 6-15; "Disciplina
Eclesiástica e Excomunhão" em Mt 18.15.
fique envergonhado.
Não como retaliação mas como tentativa de
conduzir ao arrependimento e, finalmente, de restaurá-lo à
comunhão na igreja.
* 3.17 Embora tivesse ajuda de auxiliares para
escrever suas cartas, Paulo tinha o costume de escrever de próprio punho a
saudação final ou a benção. Ele chama a atenção para esse hábito, como um selo
de autenticidade da carta, aqui em 1Co 16.21 e Cl 4.18. Com base em Gl 6.11 e Fm 19, parece que Paulo
escreveu pessoalmente mais do que apenas as frases de conclusão dessas duas
epístolas.
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sergiovalentin