1-24
1-2 Prefácio
e Saudação
1:1–7:16 A
conciliação
1-7 O
sofrimento de Paulo é recíproco
1:1 Paulo,
apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de
Deus que está em Corinto e a todos os santos em toda a Acáia,
1:2 graça a vós
outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
3 Adoração
3-11 Ação de
graças de Paulo pelo conforto divino
1:3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus
Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!
4-7
Tribulação agonizante
1:4 É ele que nos
conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em
qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por
Deus.
1:5 Porque, assim
como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor,
assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo.
1:6 Mas, se somos
atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também
para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os
mesmos sofrimentos que nós também padecemos.
1:7 A nossa
esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes
dos sofrimentos, assim o sereis da consolação.
8-14 O
desespero de Paulo é aliviado
1:8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza
da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças,
a ponto de desesperarmos até da própria vida.
1:9 Contudo, já em
nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim
no Deus que ressuscita os mortos;
1:10 o qual nos
livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda
continuará a livrar-nos,
1:11 ajudando-nos
também vós, com as vossas orações a nosso favor, para que, por muitos, sejam
dadas graças a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio de
muitos.
12-14 A
sinceridade de Paulo
1:12 Porque a
nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e
sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos
vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
1:13 Porque
nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e
espero que o compreendereis de todo,
1:14 como também
já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois
a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.
1:15–2:17 A
digressão de Paulo é justificada
15-24 Paulo
explica a sua demora em ir a Corinto
15-16 O
plano é projetado
1:15 Com esta
confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um
segundo benefício;
1:16 e, por vosso
intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco,
e ser encaminhado por vós para a Judéia.
17 O plano é
criticado
1:17 Ora,
determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar,
acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o
sim e o não?
18-22 O
plano é compreendido
1:18 Antes, como
Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.
1:19 Porque o
Filho de Deus, Cristo Jesus, que foi, por nosso intermédio, anunciado entre
vós, isto é, por mim, e Silvano, e Timóteo, não foi sim e não; mas sempre nele
houve o sim.
1:20 Porque
quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por
ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.
1:21 Mas aquele
que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus,
1:22 que também
nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.
1:23 Eu, porém,
por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei
ainda a Corinto;
23-2.24 O
plano é mudado
1:24 não que
tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa
alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.
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sergiovalentin