*          16.2  úlceras. Semelhante à praga das úlceras no Egito (Êx 9.8-12)

 

*          16.3,4 sangue.  Semelhante à praga do sangue no Egito (Êx 7.14-24).

 

*          16.5 justo. Ver nota em 15.3.

 

*          16.10  trevas.  Semelhante à praga de trevas no Egito (Êx 10.21-23).

 

*          16.14  ajuntá-los para a peleja.  Na batalha culminante, todas as forças do mal são reunidas para lutar contra o guerreiro Cordeiro (17.14).  A imagem lembra a batalha de Deus contra Faraó em Êx 15.2, mas o panorama é universal quanto à sua extensão. Várias passagens de Apocalipse descrevem a batalha com detalhes e precisão crescentes (17.13,14;  19.11-21;  20.7-10;  cf. 6.12-17), todas baseadas na batalha escatológica de Gogue e Magogue de Ez 38 e 39.  No decurso do tempo da igreja, há épocas de intenso confronto entre Deus e as forças de Satanás (2.10,13), mas o mais intenso acontece na segunda vinda (19.11-21).

 

*          16.16  Armagedom.  Uma transliteração do hebraico correspondente a “monte de Megido”. No Israel antigo, Megido era uma cidade de grande importância pela qual atravessava uma estrada principal, ligando grandes reinos da Mesopotâmia e Egito. Enormes exércitos podiam reunir-se na vizinha planície de Esdraelom. Portanto, é um nome apropriado para a localização da batalha culminante.

 

*          16.17-21  A sétima taça encerra o ciclo de juízos. Semelhante aos outros ciclos, este termina com a segunda vinda (Introdução: Características e Temas:  Forma Literária), embora os símbolos da segunda vinda não sejam tão óbvios quanto em alguns outros casos. Observe as seguintes figuras: foi dito aos leitores que o fim da ira de Deus viria com a sétima taça (15.1); a remoção de todas as ilhas e montanhas no v. 20 corresponde ao último tremor de terra em 6.14 e 20.11 (Hb 12.26,27); noutro lugar, a queda da Babilônia é seguida imediatamente pela ceia nupcial do Cordeiro (19.1-10);  em 17.14-17, a queda da Babilônia  é associada com a última batalha, a qual acontece por ocasião da segunda vinda (19.11-21). Além disso, aquela batalha final era iminente no v. 16. O juízo da sétima taça continua a prática de extrair a imagem da batalha final do conflito com Gogue e Magogue (v. 14, nota), agrupando um terremoto, a derrubada das montanhas e saraiva, como em Ez 38.19-23. Portanto, descreve os juízos divinos em forma de flagelos que acompanham a batalha;  uma descrição de outros aspectos da batalha é prorrogada até 19.11-21, mantendo-se o plano dramático de Apocalipse.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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