*          19.1-10  A vitória da noiva em sua pureza é contrastada com a destruição da igreja falsa e corrupta (Babilônia). Observe o repetido “Aleluia!” (vs. 1,3-6).

 

*          19.2  justos.  Ver nota em 15.3.

 

*          19.4  vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes. Ver notas em 4.4,6. A celebração final da vitória de Deus acontece apropriadamente perante sua presença na companhia das hostes celestes (Hb 12.22-24).

 

*          19.7  bodas do Cordeiro.  O quadro de casamento expressa a intimidade, o amor e a alegria entre Cristo e seu povo.  Cumprem-se as promessas anteriormente expressas na Escritura (Is 54.5-8;  Os 2.19,20;  Ef 5.26,27).

 

*          19.9 ceia das bodas.  Observe os contrastes entre esta festa abençoada e a horrível festa dos vs. 17,18.

 

*          19.10  o testemunho de Jesus é o espírito da profecia. O anjo é um servo companheiro dos profetas (22.9). João possui o espírito da profecia (22.6);  ele recebe o testemunho que Jesus dá, e o apresenta à igreja (1.2;  6.9).  O ministério de João compara-se ao dos anjos.

 

*          19.11-21  O sexto ciclo de juízos que conduz à segunda vinda (Introdução:  Características e Temas:  Forma Literária) é apresentado nestes versículos.  Nos ciclos anteriores, o simbolismo centra-se com mais e mais intensidade na segunda vinda e os eventos imediatamente precedentes. Neste ciclo, todos os eventos, na verdade, são parte da segunda vinda. Porém, como é típico de Apocalipse, eles revelam princípios de batalha espiritual que tem acontecido no decurso do tempo da igreja (Ef 6.10-20;  1Jo 5.4,5).  No final, Jesus Cristo é revelado (22.13;  Hb 13.8).

            Cristo aparece para promover a batalha final contra todos os inimigos de Deus, liderados pela besta e o falso profeta. Os atributos divinos de Cristo  contrastam visivelmente  com os atributos ímpios falsificados da besta (13.1-10, nota). Esta batalha final conduz a um clímax todas as batalhas que Deus travou em benefício do seu povo (Êx 15.2;  Dt 20;  Is 59.16-18;  Ez 38;  39;  Hc 3.8-15;  Zc 12.1-9;  14.3-5) e consuma o triunfo obtido por Cristo na cruz (5.9,10;  12.10,11;  Jo 12.31;  Cl 2.15).  Alguns interpretaram a simbologia como uma referência à propagação do governo de Cristo através de submissão ao evangelho, mas os paralelos de outras visões mostram que está em foco primariamente a batalha final (16.14,16-21 e notas;  17.14;  20.7-10).

 

*          19.11 céu aberto.  Em contraste a 4.1, a presença celeste de Deus agora é revelada não apenas a João, mas a toda a humanidade.  A aparição de Cristo em sua majestade deve significar o fim da batalha e a destruição de todos os inimigos perante ele.

 

*          19.17 ceia.  Ver Ez 39.4,17-20.

 

*          19.19  besta.  Ver nota em 13.1-10.

 

exércitos, congregados.  Ver nota em 16.14.

 

*          19.20  lago do fogo. Inferno, o lugar de tormento eterno para os ímpios (14.9,10;  20.10,14,15;  21.8;  Is 66.24). Fogo é freqüentemente associado a juízo que consume totalmente (Is 66.15,16;  Jl 2.3). Ver “Inferno” em Mc 9.43.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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