*          7.1-17  O anúncio do sétimo selo é dramaticamente adiado enquanto os santos recebem certeza que Deus os conhece e protege em meio às calamidades retratadas no cap. 6.

 

*          7.3  selarmos.  Os fiéis são selados como sinal de proteção e propriedade (9.4;  14.1;  Ez 9.4).

 

*          7.4-8  A equilibrada numeração sugere que “doze” é número simbólico da totalidade do povo de Deus. A antiga associação da tribo de Dã com idolatria (Jz 18) pode explicar sua omissão desta lista (21.8;  22.15). Alguns acreditam que os 144.000 aqui incluem somente crentes judeus. Mas “os servos do nosso Deus” no v. 3 devem incluir igualmente santos gentios. O status igual de gentios e judeus nas sete igrejas (Ef 2.11-22) e as promessas associadas aos 144.000 (9.4;  14.1-5) confirmam isso.  De acordo com os vs. 1-8, os santos são individualmente conhecidos por Deus e nenhum deles escapa do seu cuidado (Mt 10.30);  de acordo com os vs. 9-17, nenhum ser humano pode contar a totalidade deles.

 

*          7.14  grande tribulação.  Muitos identificam a “grande tribulação” com um período final de perseguição, pouco antes da segunda vinda.  Mas tribulações acontecem para cristãos em toda era da igreja, assim que todo o tempo também pode ser caracterizado como um tempo de tribulação (2Ts 1.5,6; 2Tm 3.1,12). O propósito da passagem era confortar os cristãos do primeiro século bem como aqueles que enfrentarão a crise final. Ver nota em 11.2.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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