*          13.1 Barnabé. Ver nota em 4.36.

 

Simeão, por sobrenome Níger. Seu sobrenome significa “negro”em latim, e ele pode ter vindo da África. Ele pode ser o mesmo Simão Cireneu (Lc 23.26), cujos filhos Alexandre e Rufo estavam entre os cristãos em Roma (Mc 15.21; cf. Rm 16.13).

 

Lúcio de Cirene. Cirene era a capital da província romana de Cirenaica (na Líbia atual).

 

*          13.3 impondo sobre eles as mãos.  Eles oficialmente colocaram suas mãos sobre Barnabé e Paulo, em reconhecimento do que o Espírito Santo tinha já feito (v.2) e do que iria fazer ao enviá-los ( v.4; cf. 14.23; 1Tm 4.14).

 

*          13.4 Selêucia. O porto de Antioquia, 25 km a oeste de Antioquia.

 

Chipre. Uma ilha na parte leste do Mediterrâneo, habitada principalmente por gregos, mas também por muitos judeus.

 

*          13.5 Chegados a Salamina. Eles navegaram em direção a oeste cerca de 208 km, de Selêucia à costa leste de Chipre. Salamina era a mais importante cidade da ilha; a capital da província era Pafos, 144 km a sudoeste.

 

*          13.6 certo judeu, mágico. A palavra grega magos significa “sábio” (Mt 2.1), “feiticeiro”, “mágico”. A feitiçaria era proibida no judaísmo, mas não era desconhecida. Barjesus (filho de Josué) era realmente um falso profeta.

 

*          13.7 Sérgio Paulo. Possivelmente Lúcio Sérgio Paulo, que tinha sido um oficial no reinado de Cláudio, e então tornou-se procônsul (o oficial chefe numa província senatorial) em Pafos, Chipre (cf. 18.12; 2Co 9.2). Em contraste, a Palestina era uma província imperial e tinha um procurador, que prestava contas diretamente ao imperador.

 

*          13.8 Elimas. Outro nome para Barjesus. Este homem estava na corte do procônsul; ele tentava impedir Sérgio Paulo de crer na mensagem cristã.

 

*          13.9 Saulo... chamado Paulo. “Saulo” era seu nome judeu e “Paulo” seu nome romano, provavelmente remontando a sua vida em Tarso. Lucas usa a ocasião da conversão de um proeminente oficial gentio, Sérgio Paulo, para apresentar o nome familiar do apóstolo dos gentios.

 

*          13.13 dirigiram-se a Perge da Panfília. A cidade de Perge era na Panfília, uma província romana economicamente pobre na costa sul da Ásia Menor (atual Turquia). Perge ficava 8 km para o interior. Foi neste tempo que João Marcos deixou Paulo e Barnabé e voltou para casa.

 

*          13.14 Antioquia da Pisídia. Esta Antioquia estava cerca de 160 km ao norte de Perge e 1.100 m  acima do nível do mar. Ficava na Frígia, mas perto da Pisídia e, para distingui-la da outra Antioquia da Frígia, era popularmente chamada “Antioquia da Pisídia”.

 

*          13.15 leitura da lei e dos profetas. Um culto de adoração na sinagoga incluiria o credo judaico (Dt 6.4), a oração de “Dezoito Bênçãos”, uma leitura da lei e outra dos profetas, uma exposição e aplicação (Lc 4.16-30) e uma bênção de encerramento.

 

*          13.20 cerca de quatrocentos e cinqüenta anos. Cerca de quatrocentos anos, mais os quarenta anos no deserto e o período da conquista de Josué (7.6 nota).

 

*          13.33 Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.  Isto é, hoje, ao levantar-te dentre os mortos, estou declarando que tu és meu Filho e eu sou teu Pai (Hb 1.5, nota).

 

*          13.34 para que jamais voltasse à corrupção. Isto é, para nunca morrer de novo.

 

*          13.39. A lei conduz o pecador para Cristo (Gl 3.24), pois “um homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo” (Gl 2.16). Ser justificado é ser declarado justo por Deus (Rm 3.21,22) e portanto receber perdão dos pecados (Ef 1.7). Ver “Justificação e Mérito” em Gl 3.11.

 

*          13.46 a vós outros, em primeiro lugar... a palavra de Deus.  Uma vez que Jesus o Messias veio através dos judeus (Gn 12.3), Paulo é consistente em aplicar o princípio “para os judeus primeiro e também para os gregos” (Rm 1.16). Ele reconhece que o plano de Deus tambem inclui os gentios (Is 49.6), um fato a que estes judeus de Antioquia da Pisídia resistiam.

 

*          13.48 e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna. Deus havia escolhido este povo de antemão e agora, através da convicção e do arrependimento (11.18;  2Tm 2.25 )  trouxe-os à fé em Cristo (Ef 2.8). Lucas usa a voz passiva (“haviam sido destinados”) indicando que Deus é o agente. Somente Deus concede vida eterna (Mt 45.26; Jo 10.28; 17.2). Ver “Eleição e Reprovação” em Rm 9.18.

 

*          13.51 sacudindo... o pó dos pés.  Um sinal judeu de desagrado e separação (Mt 10.14).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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