*          17.1 Anfípolis e Apolônia... Tessalônica.  Anfípolis ficava 48 km a sudoeste de Filipos, e Apolônia 40 km mais além, na estrada para Tessalônica. Paulo e seus companheiros ansiavam por chegar a Tessalônica, 40 km além de Apolônia. Tessalônica tinha uma população de 200.000 e era a capital provincial da Macedônia.

 

*          17.2 três sábados. As epístolas paulinas sugerem que Paulo ficou em Tessalônica muito mais do que três semanas. De acordo com Fp 4.16, a igreja de Filipos repetidamente lhe mandava ajuda, e a epístola aos Tessalonicenses indica que Paulo tinha podido dar extensa instrução doutrinária aos cristãos tessalonicenses.

 

*          17.7 contra os decretos de César. Uma acusação política tinha sido trazida contra Paulo, que tinha falado sobre o reino espiritual de Deus  (14.22; 19.8; 20.25; 28.23,31). Seus oponentes pareciam ter distorcido a mensagem,  para que significasse oposição política a Roma. Neste tempo, Cláudio Cesar (49-50 d.C.) expulsou os judeus de Roma, por causa  dos distúrbios alegadamente instigados por “Cresto”, uma provável referência a Cristo.

 

*          17.10 Beréia. A atual Verria, 80 km a sudoeste de Tessalônica, no sopé dos Montes Olímpios.

 

*          17.11 examinando as Escrituras todos os dias. Os bereanos comparavam o ensinamento de Paulo com a Palavra escrita de Deus, estabelecendo um bom exemplo para a igreja atavés da história.

 

*          17.16 Atenas. A principal cidade da Grécia, servida pelo porto de Pireu, no mar Egeu. Atenas atingiu seu ápice no século V a.C. sob Péricles (495-429 a.C.) quando o Pártenon e outras magníficas estruturas foram construídas. Os poetas clássicos Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes floresceram neste tempo. Embora conquistada pelos romanos em 146 a.C., Atenas continuou a ser um grande centro intelectual e cultural.

 

idolatria dominante. Havia estátuas de deuses e deusas no Pártenon e em outros templos da Acrópole, assim como nos edifícios públicos, comerciais e templos da cidade.

 

*          17.18 epicureus e estóicos. Epícuro (342-270 a.C.) ensinava que o propósito da vida era o prazer e a liberdade da dor, paixões e medos. Por outro lado o cipriota Zenão (340-265 a.C.),  fundador do estoicismo, enfatizava  o viver em harmonia com a natureza, e também o depender da razão e  de outros poderes auto-suficientes. Ambas as escolas destacavam a busca pela paz da mente. Zenão tinha um conceito panteísta de Deus como a “alma do mundo”.

 

tagarela.  Um termo depreciatório significando um catador de sobras ou um camelô de idéias variadas.

 

*          17.19 o Areópago. O nome significa “Colina de Marte”. É uma colina perto da Acrópole onde em tempos antigos um conselho tinha se reunido. O conselho tornou-se o conselho da cidade de Atenas e, nos tempos romanos, era a corte que supervisionava a moral, educação e religião. Nos tempos de Paulo, a corte se reunia no Pórtico Real, na região do mercado, abaixo da Acrópole.

 

*          17.23 AO DEUS DESCONHECIDO.  Possivelmente uma referência ao Altar dos Doze Deuses em Atenas, erigido para assegurar que nenhum deus tivesse ficado fora de sua adoração. Paulo usou este ponto de contato para começar seu discurso sobre o Deus que fez o mundo, que não é esculpido em pedra ou confinado a algum templo, e que controla os tempos e os lugares onde as pessoas vivem.

 

*          17.26 de um só. Ver “A Queda” em Gn 3.6.

 

*          17.28 nele vivemos, e nos movemos, e existimos. Paulo diz que Deus trouxe todas as pessoas à existência e que elas só existem por sua providência. No mundo antigo os três grandes mistérios da filosofia e da ciência eram as questões de vida, movimento e existência. Ver “Revelação Geral” em Sl 19.1.

 

alguns dos vossos poetas. Paulo sabia que os atenienses não conheciam o Antigo Testamento, e ele fez citações de três de seus próprios poetas. Embora suas palavras originalmente se referissem a Zeus, o chefe dos deuses gregos, Paulo aplicou as citações ao Deus vivo do céu. Os poetas são Epimenides (c. 600 a.C.), Cleanto (331-233 a.C.) e Arato (c. 315-240 a.C.).

 

*          17.29 não... semelhante ao ouro, à prata. Ver “A Auto-Existência de Deus” em Sl 90.2.

 

*          17.30 não levou Deus em conta os tempos da ignorância. Isto é, Deus levou em consideração as limitações do conhecimento deles a seu respeito, mas agora Paulo revelou-lhes a verdade a respeito do Deus vivo. Com todos os povos, eles são chamados a se arrependerem de seus pecados.

 

*          17.31 um dia em que há de julgar... por meio de um varão que destinou. O dia do juízo final (Ap 20.12-15). A rejeição pelos atenienses do homem a quem Deus designou resultará em Jesus rejeitá-los definitivamente com toda a justiça, no dia do juízo. Paulo enfatiza que o chamado de Deus ao arrependimento e à fé não é um convite,  mas uma ordem.

 

ressuscitando-o  Ver “A Ressurreição de Jesus” em Lc 24.2.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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