*          26.3 versado em todos os costumes e questões... entre os judeus. Como bisneto de Herodes o Grande e filho de Herodes Agripa I, que tinha perseguido a igreja (12.1-23), Herodes Agripa II (27-c.100 d.C.) conhecia intimamente as questões judaicas. Embora influente nas questões religiosas judaicas, pois tinha autoridade política para designar o sumo sacerdote, Agripa II não era popular entre os judeus por causa de sua relação incestuosa com sua irmã Berenice (25.13, nota).

 

*          26.5 vivi fariseu... seita mais severa. Conhecendo o passado de Agripa, Paulo enfatizou  sua dependência no Deus de seus pais (cf. 24-14) e seu vínculo com os fariseus (Fp 3.5,6), para mostrar a legitimidade de seu judaísmo. Paulo argumentou que Deus havia prometido a ressurreição do corpo. Embora esta fosse a crença dos judeus em geral e dos fariseus em particular, estava sendo usado como base das acusações contra ele.

 

*          26.12-14 A experiência de Paulo na estrada de Damasco (9.1-19), foi tão importante que ele a contou duas vezes, uma perante a multidão de judeus em Jerusalém (22.6-16) e  outra vez  diante desta audiência principalmente pagã em Cesaréia.

 

*          26.20  Ver 2.38; 3.19 e nota; 17.20; 20.21; nota teológica “Arrependimento”, índice.

 

*          26.23 Cristo devia padecer... ressurreição dos mortos. Os judeus tinham dificuldade para aceitar a idéia de que o Messias iria sofrer e morrer. Jesus e seus discípulos ensinaram esta doutrina a partir das Escrituras (17.2,3; Lc 24.27; 1Co 15.3,4) e ainda assim os judeus a rejeitaram, prenderam Paulo e queriam matá-lo.

 

*          26.27 Acreditais... nos profetas? Agripa estava diante de um dilema: se dissesse não, iria enraivecer os judeus; se dissesse sim, iria perder o jeito, porque Paulo pediria a ele que cresse no evangelho.

 

*          26.28 Por pouco me persuades a me fazer cristão. O rei estava usando uma tática para retardar, argumentando que um discurso de meia hora era insuficiente para torná-lo um cristão. No século I, “cristão” (cf.11.26) era provavelmente um termo de desprezo (1Pe 4.16).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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