* 2.1-11 As
alegrias das realizações terrenas são insatisfatórias, para Salomão em
particular (1 Rs 4-11).
* 2.1 goza, pois, a felicidade. Uma
referência à auto-gratificação.
* 2.3 regendo-me, contudo, pela
sabedoria. Ver o v.9. Para determinar o que era bom que as pessoas
fizessem, Salomão investigou a vida sem esquecer-se da orientação protetora da
Palavra de Deus.
* 2.4-9 Grandes obras... Engrandeci-me. As
riquezas do mundo fluíam para Jerusalém e estavam à disposição de Salomão.
* 2.10,11 me alegrava... a recompensa...
nenhum proveito havia debaixo do sol. Salomão experimentava alegria ao
fazer algum trabalho, mas deixou de atingir a satisfação de produzir qualquer
coisa de valor celeste permanente.
* 2.12-17 A
vantagem terrena da sabedoria sobre a insensatez é cancelada pela morte.
* 2.12,13 a sabedoria. Não a sabedoria ou
sagacidade secular, mas a sabedoria dada por Deus, que não tem igual.
* 2.15 busquei eu mais a sabedoria. O valor da
sabedoria parece estar comprometido, porque não pode conservar do abismo da
morte o sábio mais do que o insensato.
* 2.17 aborreci. Ao concluir que a maldição da
morte apaga o proveito do labor sábio, Salomão chegou a odiar a vida nesta
presente era maligna.
* 2.18-26 Salomão
refletiu sobre as frustrações associadas ao trabalho. A morte arrebata o
proveito do labor de seu produtor. A situação torna-se ainda mais insuportável
por não se saber se, no futuro, a propriedade será dissipada por algum
insensato (vs. 18, 19) ou dada a algum herdeiro que não lhe dará valor (vs.
20,21).
* 2.23 não descansa. Os fardos dolorosos e
sempre presentes da vida solapam até os prazeres legítimos do trabalho (v. 10),
e podem privar o trabalhador de seu sono.
* 2.24 melhor. Em sua conclusão sobre o que é
bom (v. 3), Salomão observou que os prazeres comuns da vida e do trabalho
também se originam em Deus.
* 2.26 ao homem que lhe agrada... ao pecador. Por
maior que seja a prosperidade temporária do ímpio, são os justos "diante
de Deus" que, afinal de contas, são os beneficiários das bênçãos de Deus.
vaidade. A questão em pauta parece ser a futilidade do trabalho
de uma pessoa transferida para outra, tal como se vê nos vs. 20 e 21.
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sergiovalentin