*          7.1                   dia da morte. Para os piedosos, a morte é "muito melhor" (Fp 1.23), porquanto vão estar com Cristo.

 

*          7.2,4    casa onde há luto. Um funeral provê uma indispensável perspectiva para a condição terminal universal.

 

*          7.7                   a opressão... o suborno. Essas experiências comuns podem ameaçar desestabilizar uma condição espiritual em tudo o mais boa (4.1-3).

 

*          7.9                   a ira se abriga. Se não for dominada, a ira acesa pelas frustrações da vida leva à insensatez.

 

*          7.11,12            A sabedoria... dá vida. A verdadeira sabedoria concede benefícios nesta vida (contrastar com 8.8) e na vida vindoura. Cristo é a sabedoria remidora de Deus (1Co 1.30), tornando a sabedoria acessível aos pecadores.

 

*          7.13-18 Tanto as ilusões humanas de perfeição nesta vida, quanto o entregar-se à iniquidade, têm Deus por adversário.

 

*          7.13     quem poderá endireitar. Os decretos de Deus não podem ser revertidos. A maldição do capítulo terceiro de Gênesis só será anulada na consumação.

 

*          7.14     prosperidade... da adversidade. Deus decreta tanto uma quanto outra coisa.

 

para que o homem nada descubra. O futuro é desconhecido.

 

*          7.15     justo... perverso. A pergunta que fica implícita nesta observação é formulada em Jr 12.1: "Porque prospera o caminho dos perversos?" E é tratada ainda mais prolongadamente em Sl 37 e 73.

 

*          7.16,17            Não sejas demasiadamente justo... Não sejas demasiadamente perverso. O orgulho pode mascarar-se como justiça, até em pequenas coisas; por outra parte, há um impulso para o desregramento que ultrapassa todas as regras normais da vida.

 

*          7.18     isto, e também daquilo. Um correto conhecimento de Deus livra aqueles que possuem esse conhecimento dos excessos destrutivos da auto-justiça e da iniqüidade.

 

*          7.19     fortalece ao sábio. A sabedoria é poderosa e encorajadora.

 

*          7.20     Não há homem justo. Todos são culpados diante de Deus (Sl 14.3; 53.3).

 

*          7.22     muitas vezes. Somos transgressores múltiplos aos olhos de Deus.

 

*          7.24     quem o achará. Ninguém pode compreender totalmente o entendimento de Deus, que é qualitativamente diferente do conhecimento humano (8.16,17; 1Co 2.11).

 

*          7.29     Deus fez o homem reto. Deus criou Adão moralmente bom (Gn 1.31), mas agora todos os homens pecam (Rm 3.23; 5.12). Ver "A Queda", em Gn 3.14.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-----------------------------------------------------------------------------

www.sergiovalentin.teo.br

[email protected]

LOGO FACE cópia.jpgsergiovalentin