* 27.3-6 A parte da
cidade de Tiro construída em uma ilha é comparada a um navio de luxo,
construído com os melhores materiais e dirigida por uma tripulação experiente.
* 27.5 ciprestes de Senir. O nome que
os amorreus davam ao monte Hermom (Dt 3.9).
* 27.7 ilhas de Elisá.
Provavelmente Chipre.
* 27.8 Arvade. Uma cidade fundada em uma
ilha, cerca de três quilômetros fora da costa mediterrânea ao norte de Biblos.
* 27.9 Gebal. Outro nome para Biblos, na
costa do mar Mediterrâneo, ao norte de Tiro.
* 27.11
os gamaditas.
Provavelmente no norte da Síria.
* 27.13
Tubal e Meseque. Esses dois
povos (32.26; 38.2,3; 39.1; Gn 10.2; 1Cr 1.5) ficavam na Ásia Menor, na costa
nordeste do mar Mediterrâneo. Também são conhecidos através das inscrições
assírias.
escravos. Quanto ao
envolvimento de Tiro no comércio com escravos ver Jl 3.4-6.
* 27.14
casa de Togarma. Uma região no nordeste da Ásia Menor (moderna
Turquia).
* 27.17
eram os teus mercadores. Tiro era
uma potência marítima, e provavelmente não era auto-suficiente quanto à
agricultura. Por várias vezes a Bíblia menciona o comércio tírio com Israel,
que envolvia alimentos (1Rs 5.9-11; 2Cr 2.10; Ed 3.7; At 12.20).
trigo de Minite. Uma cidade
a leste do rio Jordão, perto de Rabá, em Amom (moderna Amã), embora o seu local
ainda não tenha sido identificado com precisão (Jz 11.33).
* 27.18 Helbom. Uma cidade a noroeste de
Damasco. Textos acádicos e os historiadores gregos mencionam o vinho produzido
nessa região.
* 27.19
Dã e Javã. Há
dificuldades textuais muito debatidas neste versículo, e os tradutores diferem
sobre como se deve traduzir esses nomes.
* 27.22 Raamá. Uma região no sul da Arábia
(Gn 10.7; 1Cr 1.9).
* 27.23 Cane. Provavelmente trata-se de uma
cidade no norte da Síria, também escrita Calné (Am 6.2) e Calno (Is 10.9).
Éden. Beth
Éden, uma cidade localizada entre os rios Eufrates e Balique (2Rs 19.12; Is
37.12; Am 1.5).
Quilmade. Esse nome
é desconhecido em outros lugares, e pode ter sido um erro feito por copista
para as palavras "a Média inteira".
* 27.25-36 Ninguém pensava que Tiro pudesse ser
derrotada. Mas sua força, suas riquezas e suas habilidades não eram páreo para
mares que obedeciam ao comando de Deus. A sorte de Tiro seria uma advertência a
todas as outras nações que a tudo observavam da praia.
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sergiovalentin