* 18.1
Apareceu. Ver nota em
12.7.
carvalhais
de Manre. Ver nota em 12.6.
no maior
calor do dia. A hora em que os
viajantes procuram sombra e descanso.
* 18.2
três homens. O Senhor e
dois anjos (vs. 1, 13; 19.1). A admoestação neotestamentária para se mostrar
hospitalidade (Hb 13.2) é baseada nos incidentes dos capítulos 18 e 19.
correu. Observando o costume de hospitalidade do
antigo Oriente Próximo Abraão tipifica o gracioso anfitrião e se coloca ao
inteiro dispor de seus convidados. Seu comportamento se contrasta com a
imoralidade dos sodomitas (19.4, 5).
* 18.3
Senhor meu. Este termo
hebraico inequivocamente se refere a Deus.
* 18.9
onde. Ver notas em 3.9 e
11.5.
* 18.10 Sara… filho. Ver 11.30; 15.2-4; 16.11; 17.15, 16; Rm 9.9.
* 18.11 já lhe havia cessado o costume das mulheres. Lit., “Sara não mais experimentou o ciclo
das mulheres”. Seu corpo não era mais apto à concepção (Hb 11.11, 12; Rm 4.19).
* 18.14 demasiadamente difícil. A despeito de seu ceticismo inicial Sara
também veio a crer na promessa (Hb 11.11), e ajuntou-se a seu marido na fé (Rm
4.13-25).
* 18.15 é certo que riste. Ver nota em 21.3.
* 18.16-33 A promessa do Senhor de uma descendência
miraculosa previa que Abraão viria a ser uma grande e poderosa nação para
abençoar a terra. Tal nação deveria aprender justiça, a começar por seu pai,
Abraão (vs. 17-19). O Senhor demonstrou sua justiça para Abraão no julgamento
sobre as cidades ímpias de Sodoma e Gomorra (vs. 20-33). Deus investigou as
acusações cuidadosamente (vs. 20-21; 11.5, nota); mesmo que houvesse apenas 10
justos ele teria poupado as cidades (v. 32).
* 18.17 Ocultarei. Ver nota em 12.7. Deus estimava de tal forma
seus servos, os profetas, que revelava seus planos a eles (20.7; Am 3.7; cf. Jo
15.15). Como um profeta, Abraão também intercedia (cf. Jr 15.1; 27.18).
* 18.19 eu o escolhi para que ordene. A palavra hebraica traduzida “escolhi”
significa “escolhi em amor”. O propósito da eleição soberana e graciosa de
Deus é que seu povo possa ser santo e
justo perante ele (Ef 1.4).
para que o
SENHOR... falado. As promessas
reivindicadas por Abraão, pela fé, devem também ser reivindicadas pelos seus
descendentes. A sua esperança na aliança de Deus será demonstrada pela sua
obediência a aliança. O plano de Deus será realizado através da fidelidade do
seu povo à Aliança (22.18; 26.4, 5). Ver nota em 17.2.
* 18.20 clamor. Todos os clamores de injustiça vêem à
atenção do “Juiz de toda a terra” (v. 25; cf. 4.10). A despeito da misericórdia
mostrada a Sodoma através de Abraão (cap. 14), Sodoma não se arrependeu de seu
pecado.
seu pecado. A pecaminosidade de Sodoma era proverbial e
extensa (13.13; Jr 23.14). Esta envolvia demonstrações extremas de depravação
sexual (particularmente homossexualidade, 19.5; Jd 7), arrogância e abuso dos
pobres (Ez 16.49, 50) e falta de qualquer demonstração de hospitalidade (19.8).
* 18.21 Descerei e verei. Ver nota em 11.5.
* 18.23 Destruirás o justo. Certamente ninguém escaparia da destruição
maciça destinada para aquelas cidades; logo, Abraão pede em favor dos justos que
porventura habitassem em tais cidades. A série de perguntas e respostas que se
segue serve para demonstrar além de qualquer dúvida a justiça do castigo por
Deus.
* 18.32 dez.
A misericórdia de Deus é evidente no seu desejo de poupar a maioria pecadora
em favor de apenas dez justos. Menos de dez poderiam ser individualmente
salvos, como acontece no capítulo 19. Em casos de punição especial infligida
sobre cidades e nações, indivíduos justos eram, às vezes, separados para
preservação (Js 6.25; cf. Ez 14.14, 16, 18, 20). Ver “A Natureza Espiritual de
Deus”, índice.
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sergiovalentin