*           24.1-9              Ver “Linguagem Honesta, Juramentos e Votos”, índice.

 

*           24.2   mais antigo servo.  Abraão designou esta importante tarefa apenas ao seu servo mais confiável, talvez a Eliézer, o damasceno (15.2, 3).

 

Põe a mão por baixo da minha coxa. As coxas eram vistas como a fonte de poder vital e procriativo (Dt 33.11; Jó 40.16 — traduzido como “lombos”; Hb 7.10). Tal juramento era inviolável, até mesmo depois da morte daquele a quem havia sido jurado (47.29-31).

 

*           24.3   SENHOR, Deus do céu e da terra. Ver 14.22.

 

não tomarás… das filhas dos cananeus. Abraão dá um exemplo aos seus descendentes para que tomem esposas da linhagem semita que fora abençoada e não dos cananeus que foram amaldiçoados (9.24-27; Dt 7.1-4).

 

*           24.6   Não faças voltar para lá meu filho. Ver nota em 23.19.

 

*           24.7   darei… enviará.   Reivindicando a promessa de Deus segundo a aliança (12.7), Abraão espera que Deus continue a guiar e prover. Abraão aprendeu de sua experiência com Hagar a não confiar na carne para garantir a promessa mas a confiar na provisão sobrenatural de Deus (cap. 16).

 

*           24.12   Ó SENHOR, Deus.   O encontro do servo de Abraão e Rebeca foi planejado em oração (vs. 26, 27).

 

bondade.   A palavra hebraica (hesed) significa lealdade ao relacionamento pactual (Êx 15.13, nota).

 

*           24.14   e nisso verei. O pedido de um sinal era apropriado em conexão com a missão do servo de promover a linhagem messiânica (cf. Is 7.10-14).

 

*           24.15   Rebeca. Ver nota em 22.23.

 

*           24.16   virgem. A virgindade da moça era importante para assegurar que a descendência seria realmente de Isaque.

 

*           24.27   o SENHOR me guiou. Deus dirige seus santos através de atos providenciais (cf. 50.20). Mais adiante no Pentateuco a expressão é usada para relatar a direção especial de Deus ao seu povo pelo deserto em direção à terra prometida (Êx 13.17, 21; 15.13).

 

*           24.29   Labão.   Labão assumiu a responsabilidade sobre a família provavelmente porque Betuel era incapacitado (v. 50 e nota).

 

*           24.33   Não comerei enquanto não expuser. O servo relata a história (vs. 34-48) em detalhe a fim de que Rebeca e sua família reconheçam a mão do Senhor (v. 50).

 

*           24.36   a este deu ele tudo quanto tem. Um detalhe importante tendo em vista a riqueza considerável de Abraão (cf. 25.5, 6).

 

*           24.50   Labão e Betuel.   A seqüência irregular mencionando o filho antes do pai sugere que Betuel era incapacitado. No v. 55 apenas o irmão e a mãe são mencionados (cf. v. 28).

 

Isto procede do SENHOR.   Eles reconheceram a providência de Deus no assunto.

 

*           24.60   mãe de milhares… possua a porta.   Ver 13.16; 15.5; 22.17.

 

*           24.64, 65   Rebeca apeou do animal como um sinal de respeito para com seu novo marido (cf. 1Sm 25.23). O costumeiro véu de noiva cobria o rosto dela do marido até a consumação do casamento (cf. Ct 4.1).

 

*           24.66   contou a Isaque.   Abraão viveu ainda 35 anos depois do casamento de Isaque (21.5; 25.7, 9, 20).  Como a narrativa muda sua atenção para Isaque, o relatório do servo a Abraão é omitido e passa-se a tratar diretamente acerca do futuro patriarca.

 

*           24.67   conduziu… tomou… amou.   Deus garantiu completo sucesso à jornada. Em obediência a Deus, tanto Isaque quanto Rebeca encontraram realização.

 

até à tenda de Sara, mãe dele.   Rebeca tomou o lugar de Sara como matriarca da família.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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