* 40.3
detê-los. Eles estavam
esperando a sentença de Faraó.
* 40.8
sonho. Ver notas em 20.3 e
37.9. Estes três grupos de sonhos, a José (34.5-11), ao copeiro e ao padeiro
(cap. 40) e ao Faraó (cap. 41), demonstram o controle soberano de Deus (41.28).
interpretar. Os sonhos eram tidos no antigo Oriente
Próximo como um meio de discernir o futuro; intérpretes profissionais de sonhos
eram comumente empregados nas cortes reais.
pertencem a
Deus as interpretações. José corrige
a crença pagã dos prisioneiros egípcios reconhecendo que somente Deus é fonte
de interpretação confiável, e que ele dá o dom de interpretação como lhe convém
(41.16; Dn 2.24-49).
Contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta
(37.5-11).
* 40.13 reabilitará. Lit., “levantará tua cabeça.” Uma expressão
hebraica que geralmente significa “restaurar a honra” ou “livrar” (2Rs 25.27;
Sl 24.7). Aqui a expressão pode se referir particularmente a uma audiência
ritual com faraó na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v.20).
Note o trocadilho no v. 19, onde uma pequena variação no hebraico dá o
significado “tirará fora a cabeça” (talvez uma referência à execução por
decapitação).
* 40.15 masmorra. Uma descrição exagerada refletindo o ponto
de vista do prisioneiro frustrado — a mesma palavra é traduzida por cisterna em
37.24. Este lugar de confinamento de José e dos outros prisioneiros não era
excessivamente miserável (39.19-23 e notas).
* 40.16 sobre a cabeça. A arte egípcia antiga retrata um padeiro
carregando uma cesta na cabeça.
* 4.20
reabilitou. Ver nota no
v. 13.
* 40.22 ao padeiro-chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como
método de execução, mas à exibição pública do corpo depois da morte (v. 13,
nota; Dt 21.22, nota).
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sergiovalentin