* 42.1-38 José usou desta fome providencial e de sua
autoridade para ajudar na reconciliação da família despedaçada. No
confrontá-los com a vida e a morte (vs. 18, 20), ele despertou suas
consciências a ponto de confessarem sua culpa (vs. 21-24) e a proteger Benjamim
do dano (v. 37; 43.8, 9; 44.18-34). Ver nota nos capítulos 43-45.
* 42.1
mantimento no Egito. Ver 12.10;
26.1, 2.
* 42.4
A Benjamim, porém... não enviou.
O irmão legítimo de José havia tomado o seu lugar nas afeições do pai
(37.3 e notas). O tratamento dos irmãos para com Benjamim e para com seu pai
indicaria se eles haviam mudado espiritualmente ou não.
* 42.6
prostraram. Para
preservar suas vidas eles, sem saber, cumpriram o sonho de José (37.5 e nota).
* 42.7
não se deu a conhecer, e lhes falou asperamente. Como o restante da narrativa mostra, José
estava agindo desta forma para averiguar a atitude de seus irmãos e para sanear
a discórdia entre eles. Um perdão imediato não levaria ao arrependimento
verdadeiro e à cura espiritual dentro da família.
* 42.8
eles não o reconheceram.
José cresceu de um garoto de dezessete anos a um homem de quase quarenta
(41.46, 47, 54; 45.6, nota). Ele tinha a aparência de um importante oficial do
Egito (41.14, 41-43) e se utilizava de um intérprete (v. 23).
* 42.11 todos filhos de um mesmo homem. Ele eram uma unidade familiar e não espiões
de uma nação propensa à guerra (cf. Nm 13.2).
* 42.12 viestes para ver. Esse interrogatório, com suas acusações
repetidas (cf. v. 9) era necessário para o ardil e para extrair informações
deles a fim de que José pudesse dar o próximo passo (43.7).
* 42.13 Eles disseram. Os irmãos sem dúvida pensavam que os
detalhes acrescentados fortaleciam a sua credibilidade.
* 42.15 pela vida de Faraó. Os antigos faziam juramentos solenes pela
vida do rei ou o nome de uma divindade (2Sm 15.21; Dt 6.13, nota).
* 42.18-20 A apresentação de José da escolha — vida ou
morte — surtiu o efeito desejado (v. 21).
* 42.18 pois temo a Deus. José assegurou aos irmãos de que ele agiria
honestamente com eles (20.11, nota).
* 42.21 Na verdade, somos culpados. Embora falsamente acusados de espionagem,
eles viram os egípcios como uma ferramenta da justiça maior de Deus, sendo um
meio de puní-los por seu crime real contra José.
não lhe
acudimos. Suas consciências
despertaram, o comportamento cruel que os irmãos tiveram no passado ressurgiu
para lhes incomodar (37.25 e nota).
* 42.24 chorou. Com a confissão da culpa deles, era possível
uma reconciliação.
* 42.28 Deus nos fez. A primeira menção explícita a Deus pelos
irmãos; eles viram a mão de Deus trabalhando por trás de suas medonhas
circunstâncias (vs. 21, 22).
* 42.34 negociareis na terra. Para não afligir seu velho pai ainda mais,
José mudou a sua ameaça de morte (vs. 18, 20) para uma promessa de oportunidade
econômica.
* 42.37 Mata os meus dois filhos. Jacó não aceitou a proposta tola de Rúben.
Somente a ameaça de fome somada às garantias oferecidas por Judá mudariam sua
opinião (43.1-14).
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sergiovalentin