*           44.2   meu copo… pô-lo-ás.   José estava submetendo seus irmãos no teste final de fidelidade familiar.

 

do saco do mais novo.   O crime original fora contra José, o filho de Raquel e favorito de Jacó, com os irmãos vendendo-o à escravidão no Egito. Para testar os irmãos, José brilhantemente criou uma situação onde o outro filho de Raquel (e favorito de Jacó), Benjamim, foi também ameaçado com a escravidão no Egito.

 

*           44.5   faz suas adivinhações.   A hidromancia, uma forma de adivinhação do antigo Oriente Próximo, fazia uso de recipientes de água. Objetos ou líquidos colocados na água geravam padrões que se acreditava ser o futuro revelado. Esta descrição e a declaração de José no v. 15 não indicam que ele realmente praticava a adivinhação pagã; esta descrição era necessária para o ardil e identificava o copo de prata como uma possessão altamente estimada (cf. 42.7, 12). José recebia revelações tão somente de Deus (40.8 e nota; 41.16).

 

*           44.10   será meu escravo.   A modificação de José da oferta do irmão (v. 9) era necessária: ele estava testando a sua atitude com relação a fazer de Benjamim um escravo (v. 17 e nota).

 

*           44.13   rasgaram as suas vestes.   Esta exibição de profunda angústia demostra sua afeição tanto ao pai quanto ao irmão.

 

*           44.14   prostraram-se em terra.   Agora eles se prostram diante de José pedindo por misericórdia (43.26, nota).

 

*           44.15   adivinhar.   Ver nota no v. 5.

 

*           44.16   a iniqüidade de teus servos.   Judá entendeu a pena iminente como punição pelo seu tratamento com José (42.21 e nota).

 

*           44.17   homem… será meu escravo.   O palco para o grande teste estava montado (v. 2, nota). Eles demonstrariam compaixão pelo seu pai e lealdade para com o irmão de José?

 

*           44.18   Judá.   Representando os irmãos (43.3, nota).

 

*           44.33   em lugar do moço.   Este é um Judá muito diferente daquele que vendeu seu irmão à escravidão (37.26, 27). O amor sacrificial de Judá prefigura a expiação vicária de Cristo que, por seu sofrimento voluntário, uniu o abismo entre Deus e os homens.

 

*           44.34   veja eu o mal.   Ver 37.34, 35.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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