* 7.1-10 Ver nota em 6.9—9.29. O ajuntamento e
preservação deste remanescente é um protótipo da salvação por Deus de seus
eleitos no Dia do Senhor (Mt 3.12; 24.31; 2Ts 2.1). Este remanescente do
dilúvio, entretanto, vai demonstrar ser uma mistura de eleitos e não eleitos
(9.20-27 e notas).
* 7.1
toda a tua casa. Ver nota em
6.18.
justo. Ver notas em 6.9.
* 7.2, 3 Estas orientações exatas clarificam, e não
contradizem aquelas de 6.19, 20.
* 7.2
sete. Os animais limpos
adicionais eram necessários para fins sacrificiais (8.20) e para alimento
(9.3).
todo animal. Ver 6.19, 20 e nota.
limpo. Noé deveria reconhecer a distinção entre
limpo e impuro através de revelação especial (5.22, nota). Instituições
fundamentais da lei — o Sábado (2.1-3), o santuário ideal (2.8, nota), e o
sacrifício (3.21; 4.3-5) — remontam à ordem da criação pré-diluviana; outros
como o dízimo (14.20) e circuncisão (17.9-14) remontam pelo menos ao período
dos patriarcas. O futuro da terra dependia daqueles animais sacrificiais
(8.20-22 e notas; Lv 11.1-47, nota).
* 7.4
daqui a sete dias. Foram
necessários cento e vinte anos para construir a arca (6.3 e nota) e uma semana
para enchê-la. O relato babilônico do dilúvio pressupõe sete dias para
construir um navio muito maior que o de Noé e um dilúvio de sete dias (6.15,
nota).
quarenta. Quarenta é um número convencional para um
longo período e marca a introdução de uma nova era: por Noé, Moisés (Êx 24.18);
Elias (1Rs 19.8); Cristo (At 1.3). Os quarenta dias são parte do número total
de 150 dias (8.4).
* 7.5
ordenara. Ver nota em
6.22.
* 7.6
seiscentos. Ver 6.3 e
nota. O dia preciso é dado no v. 11.
* 7.7
filhos. Ver 6.18 e nota.
* 7.9
entraram. Ver nota em
6.20.
* 7.10
vieram sobre a terra as águas.
Ver a nota em 6.17.
* 7.11
fontes… comportas. Expressões
poéticas para a liberação irrestrita de água (Sl 78.23; Is 24.18; Am 8.4; Ml
3.10). A terra é trazida à sua condição primordial pelo rompimento das água
presas acima e pela elevação das águas subterrâneas (1.2, 6-9, nota 8.2-5).
abismo. Ver nota em 1.2.
* 7.13-16 Ver nota em 6.18-20. A lista de chamada completa, com a expressão
“segundo as suas espécies” ecoa o relato da criação (p.ex., 1.21, 24, 25).
* 7.13
Nesse mesmo dia. Esta
expressão sugere uma ocasião memorável (17.23, 26; Êx 12.41, 51; Dt 32.48).
* 7.16
o SENHOR fechou. As obras da
graça de Deus são soberanas e específicas. No relato babilônico do dilúvio o
herói fecha a porta; Deus é o ator principal em todo o relato bíblico. Ao
fechar a porta, Deus também distingue entre o justo e o ímpio (6.18-20, nota).
Em outros lugares das Escrituras portas provêem segurança para o povo de Deus
em tempos de julgamento. Atrás de portas fechadas enquanto Deus derramava
julgamento nos ímpios, Ló (19.10), Israel (Êx 12.23), e Raabe (Js 2.19)
encontraram segurança. Jesus usa este símbolo de separação ao descrever a
segurança do justo no dia da vinda do Senhor (Mt 25.10-13).
* 7.17-24 Nesta seção crucial, as águas agitadas se
multiplicam e triunfam, destruindo a criação. Contraste esta cena com a bênção
de 1.22.
* 7.17
quarenta. Ver nota no
v. 4.
* 7.18
Predominaram. A palavra
hebraica, repetida nos vs. 19, 20, é um termo militar para o triunfo na
batalha.
* 7.20
Quinze côvados acima.
As montanhas foram submersas a uma profundidade de quinze côvados (6,6
m), uma profundidade suficiente para evitar que a arca encalhasse.
* 7.21 As criaturas são alistadas na ordem de sua
criação (1.20-25).
Pereceu
toda carne. Ver nota em 6.17.
* 7.23
somente Noé... na arca. Ver nota em 6.18. O dilúvio foi o
meio de Deus punir o mundo antigo e purificar a humanidade para uma nova terra.
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sergiovalentin