1-20
6 Exortação ao progresso da fé 1-3
6:1 Por isso, pondo de parte os princípios
elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não
lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus,
6:2 o ensino de batismos e da imposição de
mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.
6:3 Isso faremos, se Deus permitir.
4-8 Os perigos espirituais
6:4 É impossível, pois, que aqueles que uma
vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes
do Espírito Santo,
6:5 e provaram a boa palavra de Deus e os
poderes do mundo vindouro,
6:6 e caíram, sim, é impossível outra vez
renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si
mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia.
6:7 Porque a terra que absorve a chuva que
freqüentemente cai sobre ela e produz erva útil para aqueles por quem é também
cultivada recebe bênção da parte de Deus;
6:8 mas, se produz espinhos e abrolhos, é
rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada.
9-12 As coisas melhores e pertencentes à salvação
6:9 Quanto a vós outros, todavia, ó amados,
estamos persuadidos das coisas que são melhores e pertencentes à salvação,
ainda que falamos desta maneira.
6:10 Porque Deus não é injusto para ficar
esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome,
pois servistes e ainda servis aos santos.
6:11 Desejamos, porém, continue cada um de vós
mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança;
6:12 para que não vos torneis indolentes, mas
imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas.
13-10 A imutabilidade da promessa de Deus
6:13 Pois, quando Deus fez a promessa a
Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si
mesmo,
6:14 dizendo: Certamente, te abençoarei e te
multiplicarei.
6:15 E assim, depois de esperar com paciência,
obteve Abraão a promessa.
6:16 Pois os homens juram pelo que lhes é
superior, e o juramento, servindo de garantia, para eles, é o fim de toda
contenda.
6:17 Por isso, Deus, quando quis mostrar mais
firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se
interpôs com juramento,
6:18 para que, mediante duas coisas imutáveis,
nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já
corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta;
6:19 a qual temos por âncora da alma, segura e
firme e que penetra além do véu,
6:20 onde Jesus, como precursor, entrou por
nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de
Melquisedeque.
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sergiovalentin