Esboço de Jeremias

 

I. O chamado do profeta (cap. 1)

II. Oráculos, em especial sobre o julgamento de Judá (caps. 2—20)

            A. Exortações ao arrependimento e figuras do julgamento (caps. 2—6)

            B. A soberania do Senhor para julgar seu povo (caps. 7—10)

            C. A quebra da aliança: Primeiras confissões (caps. 11—13)

            D. A seca; Jeremias como intercessor (caps. 14; 15)

            E. Sinais do julgamento iminente e uma confissão (16.1—17.18)

            F. Um sermão sobre o sábado (17.19-27)

            G. O vaso do oleiro, os propósitos de Deus e os julgamentos de                           Jeremias  (caps. 18—20)

III. O fim da dinastia davídica; salvação somente através do exílio (caps. 21—24)

            A. Juízo contra os reis (caps. 21; 22)

            B. Juízo contra os profetas (cap. 23)

            C. Os figos remanescentes (cap. 24)

IV. A necessidade de dominação da Babilônica sobre as nações (caps. 25—29)

            A. Setenta anos de cativeiro (cap. 25)

            B. Prisão e julgamento de Jeremias (cap. 26)

            C. Os falsos profetas (caps. 27—29)

V. Promessas de restauração (caps. 30—33)

            A. Retorno à terra (cap. 30)

            B. A nova aliança (cap. 31)

            C. Certeza da libertação do Senhor (caps. 32; 33)

VI. Os últimos dias de Jerusalém (caps. 34—39)

            A. Rejeição da palavra do Senhor (caps. 34—36)

            B. Encarceramento de Jeremias (cap. 37, 38)

            C. A Queda de Jerusalém (cap. 39)

VII. Conseqüências da queda de Jerusalém (caps. 40—45)

            A. Governo e assassinato de Gedalias (40.1—41.10)

            B. A fuga para o Egito; profecias (41.11—44.30)

            C. A promessa a Baruque (cap. 45)

VIII. Oráculos de julgamento contra as nações (caps. 46—51)

            A. Contra o Egito (cap. 46)

            B. Contra a Filístia (cap. 47)

            C. Contra Moabe (cap. 48)

            D. Contra Amom (49.1-6)

            E. Contra Edom (49.7-22)

            F. Contra Damasco (49.23-27)

            G. Contra as tribos árabes (49.28-33)

            H. Contra Elão (49.34-39)

            I. Contra a Babilônia (caps. 50; 51)

IX. Apêndice. A queda de Jerusalém (cap. 52)

 

O Chamado de Jeremias (1.9,10)

Quem?                                              

Onde?                                   

Quando?                                           

Por quê?                                            

Origem?                                            

A resposta de Jeremias

Deus o corrige                                   

Deus o capacita

O filho de Hilquias (1.1)

Anatote, em Benjamim (1.1)

O reino de Josias, 626 a.C. (1.2)

Constituído um profeta para as nações (1.5)

Antes do seu nascimento (1.5)

“Não passo de uma criança” (1.6)

“Eu sou contigo” (1.7, 8)

Deu palavras de poder (1.9,10)

 

O caráter dramático do chamado de Jeremias realça o princípio de que quando Deus chama alguém para uma missão, ele o prepara para isso. Como Jeremias, nós listamos nossas fraquezas e limitações. Mas Deus nos promete sua presença habilitando-nos. Como Jeremias, nós antevemos as dificuldades. Mas Deus promete nos libertar. Deus não nos chama para uma missão que não pretende nos ajudar a executar.

 

A viagem de  Jeremias ao Egito. Com a queda de Jerusalém em poder de Nabucodonosor, Jeremias foi levado acorrentado para Ramá e então libertado. Ele foi para Mispa a fim de ajudar as pessoas que haviam sido deixadas naquela terra. Quando o governador foi morto, ele profetizou que não deviam deixar aquela terra, mas foi levado com os restantes para Tafnes, no Egito. Suas novas profecias para os Judeus que viviam em Migdol, Nô (Mênfis) e Tafnes podem ter contribuído para que as colônias dos judeus tenham se estabelecido mais para o interior do Egito, até em Elefantina.

 

O Império (Medo-) Babilônico (560 a. C.) Em 605 a.C., o cerco de dois anos à cidade de Carquemis realizado por Nabucodonosor provou ser um sucesso e a maior parte do Império Assírio passou rapidamente a constituir o Império Babilônico. Em 587 a.C. Nabucodonosor conquistou toda a Judá, sitiando e destruindo Jerusalém e o templo judeu. Em seu auge, em 560 a.C., a Babilônia dominou todo o crescente fértil e a Arábia, embora o Egito tenha reconquistado sua autonomia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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