*          15.1     Moisés e Samuel. Deus traz à mente dois grandes intercessores em prol de Israel (Êx 32.11-14; 1Sm 12.23). Note também Elias em 1Rs 17.1. Orar pelo povo é novamente proibido (7.16; 11.14), e a oração que acabou de ser oferecida (vs. 19-22) é especificamente rejeitada.

 

*          15.3     com espada... com cães... com as aves... e as feras... Ver 7.33, nota; 1Rs 21.23.

 

*          15.4     Manassés. Filho do rei reformador, Ezequias (2Rs 20.21) e um dos reis mais iníquos. Mesmo depois das reformas instituídas por seu neto, Josias, o castigo e o exílio de Judá continuam a ser vinculados a ele (2Rs 23.26). Ver Introdução: Autor, Data e Ocasião.

 

*          15.6     voltaste para trás. Ver 3.22.

 

estou cansado de ter compaixão. Promessas como a de 31.20 estão, pelo momento, em segundo plano.

 

*          15.7     Cirandei-os com a pá. Ver 4.11, onde a metáfora é usada de maneira levemente diferente. Aqui aponta para o castigo (cf. Is 41.16).

 

*          15.9     Aquele que tinha sete filhos. Um quadro de bênçãos (Sl 127.5) é revertido.

 

os que ficaram dela... à espada. Até o próprio remanescente, deixado pela destruição, foi ameaçado com a morte. Compare Is 6.13, onde um pensamento semelhante é finalmente abrandado pelo promessa da "santa semente".

 

*          15.12   Pode alguém quebrar o ferro. Como poderia Jeremias esperar mudar o coração teimoso de Judá? Ver 13.23 e nota.

 

*          15.14   Levar-te-ei com os teus inimigos. Esta profecia é cumprida por Jeremias, em 43.4-7.

 

*          15.16   Achadas as tuas palavras, logo as comi. Este versículo relembra o lado doce das tarefas doce-amargas de receber as palavras de Deus (Ez 3.1-3).

 

pelo teu nome sou chamado. Esta frase é aplicada ao povo, em  14.9.

 

*          15.17   eu me assentei solitário. Sem dúvida essa é uma declaração literalmente verdadeira, parcialmente devida ao celibato (16.2). Mas também pode haver um profundo senso de solidão em torno do profeta mal acolhido; note-se Elias, em 1Rs 19.10, e nosso Senhor Jesus, em Mt 26.37,38.

 

*          15.18   a minha ferida... não admite cura. A ferida é de Judá, em 14.17. A frase inteira é aplicada a Judá, em 30.12, juntamente com uma promessa de cura (30.16,17). Ver também 10.19, onde é usada acerca de Jeremias.

 

como ilusório ribeiro. Contrastar com 2.13; e cf. 20.7.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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