* 18.1—20.18 Tal como um oleiro pode remodelar um vaso
mal formado, Deus remodelaria o seu povo disciplinando-os no exílio (18.1-17).
Jeremias representa o juízo divino ao quebrar uma jarra feita de argila (cap.
19), e foi maltratado por causa de sua mensagem nada popular (18.18-23; cap.
20).
* 18.2 à
casa do oleiro. Aparentemente no vale do filho de Hinom, perto da
Porta do Oleiro (19.2); daí a ordem para "descer". Ver também 7.31.
* 18.4 tornou
a fazer dele outro vaso. Um oleiro tem liberdade no tocante aos seus planos. A
ruína de sua primeira intenção não é final.
* 18.6 ó
casa de Israel. Segue-se a analogia com Israel. O uso do vocábulo
"Israel" relembra os propósitos históricos da eleição de Deus para
todo o povo, dos quais propósitos Judá agora era a herdeira.
* 18.7,8 A
ilustração do oleiro (vs. 2-4) mostra que o juízo planejado por Deus pode ser
revogado pelo arrependimento daquelas nações.
* 18.13 Coisa
sobremaneira horrenda. Uma das expressões fortes usadas para a idolatria
(v. 15; cf. 5.30).
* 18.14 Acaso,
a neve deixará. Assim como seria contra a natureza aquela região abandonar
as águas frias e correntes, transformando-se em águas paradas e poluídas, do
mesmo modo, é difícil compreender como alguém abandonaria a Deus para seguir a
idolatria.
* 18.15 queimando
incenso. Ver nota em 11.13.
nas veredas
antigas... veredas não aterradas. Ver nota em 6.16. As
"veredas" eram estreitas, insuficientes e perigosas.
* 18.17 vento
oriental. Cf. 4.11.
as costas,
e não o rosto. O sentido é o favor retido (2.27). Ele lhes voltaria as
costas.
* 18.20 pagar-se-á
mal por bem. Cf. Sl 35.12; 1Pe 2.19-24.
abriram uma
cova. Eles tinham intenções assassinas (v. 22). Ver as
experiências reais de Jeremias, em 37.16; 38.6.
compareci à
tua presença... seu bem-estar. Ver nota em 15.1.
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sergiovalentin