*          24.1-10 Uma visão de duas cestas de figos, uma delas representando os que estavam exilados na Babilônia, e a outra representando aqueles que resistiam ao exílio, e, com este, o propósito divino de julgamento e salvação. Esta profecia revela que já é tarde demais para impedir o exílio por meio do arrependimento (21.9).

 

*          24.1     Jeconias... à Babilônia. A primeira grande deportação deu-se em 597 a.C. (2Rs 24.14-16).

 

*          24.2     figos muito bons... o outro, ruins. Há em Judá um remanescente que será preservado para os propósitos de Deus ("figos muito bons"), mas seus líderes são tão corruptos que estão fora de alcance da redenção, e só podem ser destruídos pelo juízo ("figos ruins", vs. 8-10).

 

*          24.5-7 Os "figos bons" simbolizavam os exilados, aqueles aos quais Deus preservava, através do devido castigo dos pecados de Judá, e em quem, doravante, os seus propósitos são cumpridos.

 

*          24.7     Dar-lhes-ei coração para que me conheçam. A resposta do Senhor à incapacidade de seu povo de manter o relacionamento do pacto é que ele mesmo intervenha e crie neles uma nova capacidade para conhecê-lo.

 

eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. O emprego da fórmula básica da aliança (32.38; Lv 26.12) mostra que essa resposta é nada menos que um novo pacto. A teologia introduzida aqui é desenvolvida em 31.31-34.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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