* 33.3 coisas
grandes e ocultas. Uma frase semelhante, em Is 48.6, também fala na
salvação como uma nova criação. Ver Dn 2.47.
* 33.6 eis
que. A mudança no propósito do Senhor não é motivada por qualquer
mudança em Judá, mas por sua própria decisão. Ver 30.8,16; 32.36 quanto a
transições similares.
* 33.11 júbilo...
alegria... noivo... noiva. Contrastar com 7.34 e 16.9. Essas circunstâncias
seriam trazidas pela nova aliança.
* 33.17 Essa
promessa não é, finalmente, de restaurar a monarquia, mas de inaugurar o reino
messiânico (23.5; 30.9; 2Sm 7.12-16; cf. 1Rs 2.4).
* 33.18 aos
sacerdotes levitas. O papel dos sacerdotes era essencial para a
administração do pacto (Êx 28 e 29; Dt 10.8; 18.1). Eles também tinham sua
própria aliança com o Senhor (Nm 25.12,13; 1Sm 2.30,35). A promessa de um
ministério sacerdotal perpétuo teve cumprimento no próprio Cristo (Hb 5.6-10;
7.11-25).
* 33.20,21 a minha aliança com o dia... com a noite. A
permanência das instituições agora contemplada faz violento contraste com 7.1-15.
Tal permanência só é compreensível dentro da estrutura da nova aliança — embora
a necessidade de fidelidade nunca seja posta de lado (32.40 e nota).
* 33.22 não
se pode contar... a areia do mar. Nessas promessas a respeito do
reino messiânico, as promessas a Abraão também são cumpridas (Gn 22.17;
contrastar com 15.8).
* 33.24 As
duas famílias. A referência a essas "famílias" é ambígua. A
referência poderia ser aos reinos de Israel e Judá (v. 14), ou à família real
de Davi e à família sacerdotal de Levi (vs. 17,18).
* 33.26 Abraão,
Isaque e Jacó. A nova aliança é o cumprimento do pacto divino com Abraão,
que abrange todos os povos (Gn 12.3). Ver nota no v. 22.
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sergiovalentin