*          34.1—36.32 Esses capítulos narram cenas de rejeição da palavra do Senhor que levam ao julgamento final de Judá. O rei Zedequias é condenado por ter voltado atrás em sua promessa de libertar os escravos (cap. 34), e o povo de Judá foi reprovado por falhar em aprender uma lição do exemplo dos fiéis recabitas (cap. 35). O rei Jeoaquim rejeita a mensagem de Jeremias e queima o rolo do profeta (cap. 36).

 

*          34.1                 todos os reinos da terra... pelejavam contra Jerusalém. Era requerido que as nações vassalas se juntassem na batalha ao seu suserano.

 

*          34.4,5  Não morrerás à espada. Em paz morrerás. O destino exato de Zedequias foi deixado obscuro em 21.4-7; 32.3-5; mas ver 52.11. O ponto aqui é que ele não morreria em batalha.

 

*          34.7                 Laquis... Azeca. Essas eram cidades fortificadas de Judá (2Cr 11.5,9). Este versículo nos dá um vislumbre dos últimos dias de Judá. Jerusalém sabia que o inimigo estava fechando o cerco, enquanto as cidades circunvizinhas caíam uma após outra. Um fragmento de argila, com data de 588 a.C., traz esta mensagem ao comandante de Laquis: "Estamos esperando pelos sinais de Laquis... não podemos ver Azeca".

 

*          34.8                 para lhes apregoar a liberdade. De acordo com Êx 21.2-11; Lv 25.39-55 e Dt 15.12-18, os escravos deveriam ser libertados no último ano de um ciclo de sete anos. O "pacto" (ou solene compromisso) de Zedequias reflete a sua ambivalência entre dar ouvidos a Jeremias e a seus próprios conselheiros políticos.

 

*          34.15,16                     havíeis voltado... mudastes. Esses dois verbos retratam eficazmente como Judá alternava entre dois caminhos (3.6,14, notas).

 

profanastes o meu nome. A flagrante desconsideração pela lei referente à libertação dos escravos é um repúdio contra o próprio Senhor (note a analogia entre os "pactos" dos vs. 8 e 13).

 

*          34.18               o bezerro que dividiram em duas partes. Ver Gn 15.18 e nota. Esse tipo de ação acompanhava o estabelecimento de algum pacto. Ilustrava a penalidade que sobreviria à pessoa que quebrasse a aliança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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