* 36.1 No
quarto ano de Jeoaquim. Ou seja, 605 a.C., o ano do primeiro ataque de
Nabucodonosor contra Jerusalém (25.1).
* 36.2 Toma
um rolo... e escreve nele. A presente narrativa é um guia importante que nos
permite entender como eram escritos os livros proféticos. Os oráculos de
Jeremias foram proferidos durante um longo período (25.3), e são aqui reunidos
formando uma coleção (Is 8.16 e nota).
* 36.4 Baruque. Essa é a
segunda menção do escriba de Jeremias (32.12). Sua atividade sugere que ele
teve um papel na compilação do livro de Jeremias.
* 36.5 Estou
encarcerado. Provavelmente, essa afirmação significa que ele estava
impedido de chegar à área do templo, por causa de sua impopularidade diante das
autoridades (26.2-11).
* 36.9 No
quinto ano... no mês nono. Isto é, dezembro de 604 a.C.
* 36.21 Jeudi.
Baruque não mais aparece como o leitor, presumivelmente por ter-se
ocultado (v. 19). A ausência de Jeremias e Baruque focaliza a reação de
Jeoaquim contra as próprias palavras.
* 36.23 todo
o rolo se consumiu no fogo. O contraste com Josias não podia ser mais forte (2Rs
22.11-13).
* 36.28 Toma
outro rolo. A Palavra de Deus não pode ser invalidada pela destruição de
um rolo.
* 36.30 Acerca
de Jeoaquim... Não terá quem se assente no trono de Davi. O governo
de Joaquim, seu filho, perdurou apenas alguns poucos meses (22.30, nota; 2Rs
24.8).
--------------------------------------------------------------------------------
sergiovalentin