* 48.1-47 Este
capítulo registra o oráculo contra Moabe; cf. Is 15 e 16; Ez 25.8-11; Am 2.1-3.
Moabe era inimigo de Israel (Jz 3.12-14; 2Rs 3.4-27). Aliou-se com Judá para
defender-se da Babilônia (27.3), mas supriu tropas para Nabucodonosor contra
Jeoaquim (2Rs 24.2). Sua derrota para Nabucodonosor deve ter ocorrido em 582
a.C., depois de uma rebelião.
* 48.1 Nebo...
Quiriataim. Originalmente, essas cidades foram destinadas à tribo de
Rúben (Nm 32.3,37,38; Js 13.15,19).
* 48.2 Hesbom. Essa
aldeia também foi destinada a Rúben (Num. 32.37; Js 13.17).
* 48.7 Camos. Um dos
deuses moabitas que foi adorado por Salomão (1Rs 11.7,33; 2Rs 23.13). As
imagens dos deuses "derrotados" eram, com freqüência, levadas para o
exílio.
* 48.8 o
destruidor. Provavelmente, Nabucodonosor.
* 48.11,12 O vinho deixado para envelhecer
representa a complacência dos moabitas. O lazer e a segurança deles se
desvaneceria tão rapidamente como uma garrafa se esvazia quando é virada.
* 48.13 Betel.
Possivelmente uma referência ao nome El Betel, usado para indicar o Senhor, na
adoração apóstata de Jeroboão, em Betel (1Rs 12.28-30). Esse culto não havia
impedido os assírios de saquearem a terra em 722 a.C. (2Rs 18.9-12).
* 48.19 Aroer.
A sudeste de Dibom, essa fortaleza de fronteira, às margens do rio Arnom
(v. 20) é aqui pintada a vigiar ansiosamente a fuga dos refugiados.
* 48.20 Arnom. Ou seja,
a região ao longo do rio Arnom. Esse era o rio mais importante de Moabe.
* 48.28 habitai
no rochedo. Ver Is 2.10.
* 48.32 Sibma...
ao mar de Jazer. Ver Is 16.8.
* 48.38
os eirados de Moabe. Era
costume oferecer incenso sobre os eirados como um ato de adoração (2Rs 23.12).
* 48.40 como
a águia. Esta seria Nabucodonosor (Ez 17.3).
* 48.45,46 Derivados de Nm 21.28,29; mas Jeremias
redireciona a profecia de Balaão contra os amorreus, aplicando-a a Moabe.
Seom. Ele foi o
governante dos amorreus nos tempos de Moisés, cuja capital era Hesbom (Nm
21.21-30).
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sergiovalentin