*          17.1–18.31  Essa seção, que relata a idolatria dos danitas, faz parte da conclusão do livro dos Juízes.  As expressões:  “Naqueles dias não havia rei em Israel” (17.6; 18.1), e “cada qual fazia o que achava mais reto” (17.6) são repetidas na última seção dos ciclos de narrativa (19.1; 21.25).  Sem um rei, o povo estava na desgraça.

 

*          17.2  A história começa de modo abrupto, com a devolução de dinheiro furtados.  A mãe não parece ter ficado surpresa.

 

*          17.3     dedico... ao SENHOR... para fazer uma imagem de escultura e uma de fundição.  Essa declaração é altamente irônica.  Por mais bem-intencionada, a consagração da prata dessa maneira violava o segundo mandamento (Dt 5.8), o que indica a ignorância espiritual daquele período.

 

*          17.5     uma estola sacerdotal.  Ver 8.27 e nota.

 

*          17.6     Naqueles dias.  Ver 18.1; 19.1;  21.25. O refrão comenta a ignorância de Mica e da sua mãe, ignorância típica daqueles tempos. Fizeram ídolos em nome do Senhor, e designaram seu próprio sacerdote.

 

*          17.7     Levita.  A herança dos levitas era a de servirem ao Senhor na sua morada, o tabernáculo (Dt 18.1-8;  Js 13.14, 33;  14.3-4).

 

*          17.10  sê-me por pai.  Isto é, num sentido religioso.

 

*          17.11  como um de seus filhos. O fato que o levita “consentiu” com o plano proposto demostra sua total insensibilidade à apostasia. Um oficial do tabernáculo estava servindo a um ídolo.

 

*          17.13  me fará bem.  Essa é uma declaração tola (v. 3, nota;  17.1–18.31, nota), que ilustra ainda mais como o entendimento estava obscurecido naqueles tempos, rebaixando-se até ao nível da superstição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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