1-33
11. A
entrada triunfal de Jesus em Jerusalém 1-11
11:1 Quando se
aproximavam de Jerusalém, de Betfagé e Betânia, junto ao monte das Oliveiras,
enviou Jesus dois dos seus discípulos
11:2 e disse-lhes:
Ide à aldeia que aí está diante de vós e, logo ao entrar, achareis preso um
jumentinho, o qual ainda ninguém montou; desprendei-o e trazei-o.
11:3 Se alguém vos
perguntar: Por que fazeis isso? Respondei: O Senhor precisa dele e logo o
mandará de volta para aqui.
11:4 Então, foram
e acharam o jumentinho preso, junto ao portão, do lado de fora, na rua, e o
desprenderam.
11:5 Alguns dos
que ali estavam reclamaram: Que fazeis, soltando o jumentinho?
11:6 Eles, porém,
responderam conforme as instruções de Jesus; então, os deixaram ir.
11:7 Levaram o
jumentinho, sobre o qual puseram as suas vestes, e Jesus o montou.
11:8 E muitos
estendiam as suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortado dos
campos.
11:9 Tanto os que iam
adiante dele como os que vinham depois clamavam: Hosana! Bendito o que vem em
nome do Senhor!
11:10 Bendito o
reino que vem, o reino de Davi, nosso pai! Hosana, nas maiores alturas!
11:11 E, quando
entrou em Jerusalém, no templo, tendo observado tudo, como fosse já tarde, saiu
para Betânia com os doze.
12-14 A
figueira sem fruto
11:12-13:37
Atividade de Jesus em Jerusalém
11:12 No dia
seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome.
11:13 E, vendo de
longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma
coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de
figos.
11:14 Então, lhe
disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram
isto.
15-19 A
purificação do templo
11:15 E foram para
Jerusalém. Entrando ele no templo, passou a expulsar os que ali vendiam e
compravam; derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam
pombas.
11:16 Não permitia
que alguém conduzisse qualquer utensílio pelo templo;
11:17 também os
ensinava e dizia: Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração
para todas as nações? Vós, porém, a tendes transformado em covil de
salteadores.
11:18 E os
principais sacerdotes e escribas ouviam estas coisas e procuravam um modo de
lhe tirar a vida; pois o temiam, porque toda a multidão se maravilhava de sua
doutrina.
11:19 Em vindo a
tarde, saíram da cidade.
20-26 O
poder da fé
11:20 E, passando
eles pela manhã, viram que a figueira secara desde a raiz.
11:21 Então,
Pedro, lembrando-se, falou: Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste secou.
11:22 Ao que Jesus
lhes disse: Tende fé em Deus;
11:23 porque em
verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no
mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será
com ele.
11:24 Por isso,
vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim
convosco.
11:25 E, quando
estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que
vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.
11:26 Mas, se não
perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas.
27-33 A
autoridade de Jesus e o batismo de João
11:27 Então,
regressaram para Jerusalém. E, andando ele pelo templo, vieram ao seu encontro
os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos
11:28 e lhe
perguntaram: Com que autoridade fazes estas coisas? Ou quem te deu tal
autoridade para as fazeres?
11:29 Jesus lhes
respondeu: Eu vos farei uma pergunta; respondei-me, e eu vos direi com que
autoridade faço estas coisas.
11:30 O batismo de
João era do céu ou dos homens? Respondei!
11:31 E eles
discorriam entre si: Se dissermos: Do céu, dirá: Então, por que não
acreditastes nele?
11:32 Se, porém,
dissermos: dos homens, é de temer o povo. Porque todos consideravam a João como
profeta.
11:33 Então,
responderam a Jesus: Não sabemos. E Jesus, por sua vez, lhes disse: Nem eu
tampouco vos digo com que autoridade faço estas coisas.
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sergiovalentin