* 1.1-5 O povo de
Israel não está convencido de que Deus o ama. Esta seção é a resposta de Deus a
esta dúvida cínica. O Senhor lembra a Israel que Jacó, seu ancestral, foi
escolhido por Deus enquanto que Esaú, antepassado de Edom, foi rejeitado.
Portanto, embora Israel tenha experimentado a ira de Deus por um momento, Edom
é um “Povo Contra Quem o SENHOR Está Irado Para Sempre” (1.4). Além disso,
enquanto Israel é o herdeiro das promessas eternas do Senhor da aliança, Edom
nunca mais se levantará de novo. O julgamento do Senhor sobre Edom será causa
de louvor em Israel.
* 1.1 Sentença pronunciada pelo
SENHOR. Ver ref. lat.; Is 13.1; Na 1.1; Hc 1.1; Zc 9:1; 12:1.
Normalmente usado em profecias de julgamento, “sentença” pode indicar a
urgência sentida pelo profeta em divulgar a sua proclamação. Acerca desta
urgência, ver também Jr 20:9; Am 3:8.
* 1.2 Eu vos tenho amado. O amor
eletivo de Deus é soberano e incondicional. É exposto principalmente em
Deuteronômio onde os verbos “escolher” e “amar” são paralelos (Dt 7.6-8). O
amor de Deus é manifesto no pacto que ele inicia com o seu povo. A proximidade
de Deus para com Israel devia produzir espanto e admiração (Dt 4.7,8). O amor
de Deus começa na eternidade (Jr 31.3) e é manifestado através do seu
relacionamento pactual com Abraão, Moisés, e Davi (Gn 12.1-4; Êx 19.5, 6; 2Sm
7). A eleição de Jacó por Deus continuava a ter relevância no seu
relacionamento com Israel no período do ministério de Malaquias. Entendido
corretamente, o amor de Deus não conduz à complacência moral, mas ao zelo
moral. Entretanto, a presunção de Israel e seu cinismo acerca do amor de Deus
levou-o a uma crise moral da qual Malaquias trata. Ver a nota teológica: “O
Propósito de Deus: Predestinação e Pré-Conhecimento”, índice.
Jacó. Um dos títulos para Deus nos Salmos é “o Deus
de Jacó” (Sl 20.1; 46.7; 75.9; 76.6; 84.8). O amor eletivo de Deus é
inigualável porque ele ama os pecadores, aqueles que por natureza eram os
objetos de seu desagrado e ira (Lc 15.2; Rm 5.6-8; Ef 2.1-3). A história de
Jacó e Esaú em Gênesis claramente indica a escolha de Jacó por Deus apesar de
sua falta de mérito (Gn 25.21-34; 27.1-40; Rm 9.10-13).
* 1.3 aborreci. Embora
haja um uso do verbo “aborrecer” que significa “amar menos” (Gn 29.31 ref.
lat.; Lc 14.26), o contexto imediatamente seguinte sugere que “aborrecer” aqui
significa rejeição ativa, desagrado, e desaprovação manifesta em justiça retributiva. Não é apenas o fato de
que Esaú (Edom) sofre com a ausência ou a redução da bênção, mas que ele recebe
condenação. Para este uso de “aborrecer”, ver Sl 5.5; Is 61.8; Os 9.15; Am
5.21; Mt 2.16. Ver “Eleição e Reprovação” em Rm 9.18.
assolação. A
referência é mais provavelmente à ocupação de Edom pelos árabes nabateus. Em Amós 9:12 Edom é representante de todas as
nações que estão sob a influência salvífica da promessa de Deus.
* 1.5 fora
dos limites de Israel. Deus é o Senhor soberano da história, cujos
propósitos redentores são cumpridos tanto dentro quanto fora do antigo Israel
(v. 11; Gn 12.3).
* 1.6—2.9 Uma razão
maior para a ira de Deus com Israel é a atitude do sacerdócio com o nome de
Deus no altar e com a lei de Deus no ensino e julgamento. No altar eles
ofereciam animais doentes ou imperfeitos em sacrifício, deste modo invertendo o
propósito dos seus esforços e trazendo profanação e maldição quando eles
deveriam ter trazido bênção e purificação. Em seu ensino e julgamento eles
violaram a aliança com Levi (2.8), demonstrando parcialidade e levando muitos
ao erro.
* 1.6 honra.
Deus é em si mesmo infinitamente glorioso, e ele deve receber o reconhecimento
do seu povo (Sl 29.1, 2; 57.5, 11).
desprezais.
O oposto de honrar e temer ao
Senhor (cf. 2Sm 12.9, 10). A palavra é usada freqüentemente em Provérbios (1.7;
15.20; 23.22).
* 1.7 pão imundo. A
referência é aos de sacrifícios de animais (v. 8). “Imundo” significa
cerimonialmente sujo e portanto, inaceitável. Deus não está ofendido somente
pelas imperfeições cerimoniais mas pela atitude de menosprezo que está por
detrás desses sacrifícios imperfeitos (Gn 4.3-5 e notas; Hb 11.4).
A mesa do
SENHOR. Esta frase, e a frase similar no v. 12 (ref. lat.) ocorrem
somente aqui no Antigo Testamento, ambas as ocorrências referem-se ao altar.
* 1.8 O coxo ou o enfermo. A lei
expressamente proibia tais ofertas (Lv 22.22; Dt 15.21).
* 1.11 é
grande entre as nações o meu nome. Deus promete o triunfo futuro do seu reino glorioso.
“Desde o nascente do sol até ao poente,” e frases similares, frequentemente
apontam para o juízo futuro de Deus do mundo e a restauração da sua ordem (Sl
50.1; Is 45.6; 59.19).
em todo
lugar. Os sacrifícios imperfeitos que são oferecidos durante o
período do profeta (vs. 7, 8) são contrastados com as ofertas puras de adoração
no futuro (Is 2.2-4; 66.19-21; Zc 14.16-21). A promessa deste verso está sendo
cumprida até mesmo agora, quando Cristo reúne seus reis e sacerdotes dentre as
nações (Ap 5.9,10), e será consumada no futuro, quando as nações se reunirem
para adorar a Deus em pureza (Ap 21.27).
* 1.14 maldito seja o enganador. As leis
que regulamentam as ofertas voluntárias exigem a entrega de uma oferta
perfeita. Este texto implica numa tentativa de enganar o Senhor (cf. Sl 76.11).
eu sou
grande rei. Deus não é apenas o Pai deles (1.6; Êx 4.22) e seu Mestre,
mas também é o seu Rei. A idéia de Deus como Rei surgiu logo no início da
religião do Antigo Testamento (Nm 23.21; 24.7; Dt 33.5). Ver Sl 93-100.
* 2.2 enviarei sobre vós a
maldição. Ver Dt 28.20.
Amaldiçoarei
as vossas bênçãos. As bênçãos
que o texto se refere podem ser tanto as bênçãos físicas e materiais prometidas
aos sacerdotes que recebiam os dízimos
do povo (Nm 18.21), quanto os pronunciamentos de bênção proferidos pelos
sacerdotes no momento dos sacrifícios (Nm 6.24-27), que por conseguinte se
tornariam em maldição.
* 2.5 de vida e de paz. O
propósito central de Deuteronômio visa mostrar a relação entre a obediência à
aliança e a vida. O compromisso com Deus leva a uma vida abundante. Alguns vêem
em “aliança... de paz” uma alusão à aliança com Finéias mencionado em Nm
25.10-13.
* 2.7 lábios do sacerdote devem
guardar o conhecimento. Ver Ed 7.10; Os 4.6. A relação entre o verdadeiro
conhecimento do Senhor e a instrução sacerdotal na lei é visto vividamente em
2Cr 15.3: “Israel esteve por muito tempo sem o verdadeiro Deus, sem sacerdote
que o ensinasse e sem lei.”
* 2.8 vós vos tendes desviado do
caminho. Ver Ne 13.29. As atitudes dos sacerdotes e suas ações
demonstraram ser um mau exemplo para o povo. Eles abandonaram o seu verdadeiro
chamado de ensinar e praticar a verdade.
* 2.9 mostrastes parciais no
aplicardes a lei. A base para esta censura é o caráter de Deus. Deus
“não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno” (Dt 10.17; cf. Lv 19.15).
Possivelmente os sacerdotes estavam favorecendo os ricos e poderosos da
sociedade.
* 2.10-16 A falta de
fidelidade para com Deus leva ao colapso nas relações humanas. Malaquias fala
acerca de dois problemas. O casamento com esposas idólatras (vs. 10-12) e o
divórcio das esposas israelitas (vs. 13-16) são
rigorosamente reprovados.
* 2.10 o mesmo
Pai. Alguns interpretam isto como se referindo a Abraão (Is 51.2). Mais
provavelmente isso se refere a Deus (1.6; Êx 4.22, 23; Dt 32.6; Is 63.16; 64.8;
Jr 3.4, 19; 31.9).
* 2.11 sido
desleal. Este verbo é usado cinco vezes nos vs. 10-16. É usado em Jr 3.20
para se referir à infidelidade marital.
abominação. A palavra
hebraica aqui, notavelmente empregada em Deuteronômio, refere-se às práticas
religiosas idólatras (Dt 7.25, 26; 12.31; 13.14; 18.12). Também pode referir-se
à transgressão sexual (Lv 18.22, 26, 29, 30; Dt 24.4).
profanou o
santuário do SENHOR. A palavra hebraica traduzida por “santuário” também
pode ser entendida como referindo-se ao próprio povo (“santa semente” Is 6.13;
Ed 9.2). É o povo que é amado por Deus e que se corrompe pela desobediência em
suas práticas de casamento.
se casou
com adoradora de deus estranho. Esta frase refere-se à casar-se
com uma mulher ainda comprometida com um deus estranho — uma idólatra fora da
aliança (cf. Gn 24.3, 4; Êx 34.12-16; Dt 7.3,4; Js 23.12; 1Rs 11.1-10). A
proibição contra o casamento com não crentes continua no Novo Testamento (1Co
7.39; 2Co 6.14).
* 2.14 mulher
da tua mocidade. Ver v. 15; Pv 5.18.
a mulher da
tua aliança. A fidelidade da aliança de Deus deve ser espelhada nas
relações de casamento do seu povo (Pv 2.17; Ef 5.22-33).
* 2.15 um. Ver Gn
2.24.
* 2.16 odeia o repúdio. Ver Is
50.1; Dt 24.1-4; nota teológica “Casamento e Divórcio”, índice.
vestes. Entrar
num casamento e obter uma esposa é, às vezes, representado pelo cobrir com
vestes (Rt 3.9 referência lateral; Ez 16.8 ref. lat.).
* 2.17—3.5 Os cínicos
religiosos acusam o Senhor de injustiça. Deus responde com a promessa de que
ele enviará um mensageiro que preparará o caminho diante dele e então retornará
para o seu templo. Sua presença no meio de um povo ímpio requer julgamento e
purificação graciosa (3.2,3). Ele transformará o coração dos levitas que
passarão a oferecer sacrifícios em justiça novamente. O juízo será severo
(3.5). O Senhor mesmo será a principal testemunha para a acusação do seu povo.
* 2.17 Enfadais
o SENHOR. Ver Is 43.24. Em Malaquias as ofensas giram em torno da rejeição
cínica do governo moral de Deus e o contínuo espírito insolente que
constantemente coloca Deus à prova.
* 3.1-5 Esta seção
refuta as duas declarações cínicas de 2.17. A alegação de que Deus não
diferencia entre o bem e o mal é respondido no v. 2 referindo-se ao ministério
de purificação do Anjo da aliança. A segunda declaração, “Onde está o Deus do
juízo?” (2.17), é respondido no v. 5. Os judeus estavam buscando ao Senhor para
julgar as nações, mas ao invés disto, o Senhor virá a eles para juízo (v. 5).
* 3.1 meu mensageiro. Ver 4.5;
também Is 40.3 (onde “preparar o caminho” também ocorre). Era prática comum no
Oriente Próximo enviar mensageiros à frente do rei visitante com o objetivo de
anunciar sua vinda e para remover quaisquer embaraços ou obstáculos. Este
mensageiro (Mt 11:10) será o último do seu tipo a aparecer antes da vinda do
Senhor, que é “O Anjo da Aliança.”
de repente. Esta
expressão está quase sempre associada nas Escrituras com uma circunstância
infeliz e desastrosa (Nm 12.4 (logo); Is 47.11; cf. 2Pe 3.10).
Anjo da
Aliança. Uma pessoa distinta de “meu mensageiro”, ele purificará os
sacrifícios, os sacerdotes, e a nação (vs. 2-5). Este “Anjo da Aliança” é o
Messias, e essa profecia é cumprida em Jesus que sozinho realizou o sacrifício
perfeito em favor do seu povo.
* 3.3 purificará os filhos de
Levi. Os sacerdotes haviam sido instrumentos na condução do povo
ao erro. O trabalho de purificação irá iniciar-se com eles, e a partir deles
irá se espalhar para toda a nação. Os levitas eram o modelo para a nação, que
deveria ser “reino de sacerdotes” (Êx
19.6).
justas
ofertas. Ver 1.11, “ofertas puras.” Por causa da obra do Mensageiro
da Aliança, a adoração correta e apropriada será novamente oferecida, visto que
os corações e vidas dos ofertantes estarão purificados (Sl 4.5; Sf 3.9).
* 3.5 Chegar-me-ei a vós outros
para juízo. Esta seção começou com os cínicos religiosos acusando o
Senhor de injustiça. Ela termina com um processo segundo a aliança no qual o
Senhor faz acusações ao seu povo. Os pecados específicos mencionados no v. 5
são claramente proibidos pela lei do Senhor. A causa fundamental desses pecados
é que “não me temem.”
* 3.6-12 O povo não
estava apenas trazendo ofertas defeituosas mas também estavam retendo o dízimo,
aparentemente devido às colheitas fracas. Mas reter o dízimo é roubar do
Senhor. Como conseqüência, o justo Senhor negou as bênçãos. O pecado do povo
também evidenciava uma falta de confiança no Senhor em suprir as suas
necessidades se eles cumprissem seus mandamentos. Desta maneira o Senhor os
conclama a colocá-lo sob prova. Se eles agissem assim, a provisão resultante
seria tão grande que as nações notariam a diferença e anunciariam a
bem-aventurança de Israel.
* 3.6 eu, o SENHOR, não mudo. A
imutabilidade ou o caráter imutável de Deus pode ser visto em seu propósito de
abençoar seu povo eleito. Deste modo eles não são destruídos (Êx 34.6, 7; Jr
30.11).
* 3.7 tornai-vos para mim, e eu
me tornarei para vós outros. O mandamento para se arrepender está ligado com uma
promessa (cf. Zc 1.3; Tg 4.8). O pecado separa o homem de Deus e leva Deus a
esconder a sua face (Is 59.2).
* 3.8 dízimos. A palavra
significa um décimo. A prática do dízimo é mencionada nos relatos da vida de
Abraão (Gn 14.20) e Jacó (Gn 28.22) e foi codificada na lei de Moisés (Lv
27.30; Nm 18.26; Dt 14.22-29).
ofertas. Porções de sacrifícios de animais destinados aos
sacerdotes (Êx 29.27,28; Lv 9.22).
* 3.10 casa do Tesouro. Este
termo refere-se à sala no templo designada para a armazenagem de ofertas
consagradas (2Cr 31.11 ref. lat.; Ne 10.38, 39; 12.44; 13.12).
provai-me. Este é o
inverso do modelo bíblico normal, em que Deus prova tipicamente os seres
humanos (Sl 11.5; 26.2; 66.10; Pv 17.3; Jr 11.20; 12.3; 17.10). Somente em
algumas situações os homens são convidados a testarem a Deus (i.e., provar suas
promessas e justificar seus mandamentos, Is 7.11,12; 1Rs 18.22-46).
janelas do
céu. Ver Gn 7.11.
* 3.13-4.6 A última
seção retorna à profecia de 3.1-5 acerca do mensageiro (Mt 11.10) e a vinda de
Deus. De várias maneiras o começo da seção nos traz à mente um salmo de
lamentação. As lamentações, entretanto, são interpretados como sendo duras
palavras contra o Senhor. Havia, porém, aqueles que percebiam as mesmas
injustiças, sem contudo concluir que era inútil servir ao Senhor. O primeiro
grupo disse duras palavras e recebeu a resposta de Deus; o último temeu ao Senhor,
o que o levou a escrever um memorial a respeito deles. Ele prometeu que eles
seriam sua possessão especial no grande dia do Senhor.
Uma
referência ao “dia” (v. 17) novamente
introduz o último dia de julgamento, um dia de destruição para os ímpios mas de
salvação para os justos. Os versos finais retornam ao mensageiro
prometido e exortam o povo a guardar a lei de Moisés.
* 3.14 Inútil. A palavra
significa “vazio” ou “em vão.”
aproveitou. O termo
hebraico normalmente refere-se ao ganho injusto. A cobiça é inconsistente com o
desejo pela verdade divina (Sl 119.36)
* 3.16 Então. A
conversa e a conduta daqueles que temiam a Deus é causada pelas palavras
anteriores de murmuração e é colocada aqui como um contraste a esses.
memorial
escrito. A expressão do modo como está aqui só pode ser encontrada
nesta passagem, mas referências a um livro especial são achados em outros
lugares (Êx 32.32; Sl 69.28; Dn 7.10).
* 3.17 Eles serão para mim. Esta
expressão refere-se ao remanescente descrito no v. 16.
particular
tesouro. No estágio inicial da revelação do Antigo Testamento a
nação de Israel é chamada de “propriedade peculiar” de Deus (Êx 19.5; Dt 7.6;
14.2).
* 4.1 os abrasará. Duas
figuras de fogo são usadas em Malaquias para descrever o Senhor: o fogo purificador
(3.2) e o fogo destruidor (4.1).
nem raiz
nem ramo. O ímpio é comparado a uma árvore (Am 2.9) que será
totalmente consumida, até a raiz.
* 4.2 sol da justiça. Uma
expressão exclusiva de Malaquias (cf. Sl 84.11) O rei davídico reinará em
justiça (Is 32.1) e será chamado “um Renovo justo” (Jr 23.5,6).
salvação. A Bíblia
considera a doença física e a doença espiritual, ou o pecado, como análogos. A
salvação é freqüentemente comparada à cura física (Êx 15.26; 2Cr 7.14; Sl
103.3; Is 53.5; Jr 17.14).
* 4.5 Eis que eu vos enviarei o
profeta Elias. A conexão literária deste verso com 3.1 indica que “Elias”
é a mesma pessoa que a do “meu mensageiro.” Ambos os versos começam com a
palavra “Eis,” e usam a mesma forma do verbo “enviar.” Em ambos os casos a
missão é trazer o arrependimento antes do dia da vinda do Senhor. O Novo
Testamento identifica este “Elias” como João Batista (Mt 11.14; 17.10; Mc
9.11-13; Lc 1.17).
* 4.6 ele converterá o coração
dos pais aos filhos. Arrependimento e conversão a Deus serão vistos na
restauração dos relacionamentos familiares (Lc 1.17).
para que eu
não venha e fira a terra com maldição. Malaquias começou com o anúncio
do amor eletivo de Deus, contudo, o livro termina com a ameaça de uma maldição.
A dupla mensagem de Malaquias, tanto de misericórdia quanto de juízo, ressoa no
pronunciamento de Paulo, “Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus”
(Rm 11.22).
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sergiovalentin