* 5.1-6 Esta profecia também se aplica à
presente aflição (v. 1) e ao primeiro advento do Messias e sua vitória.
* 5.1 face. Esse insulto contra
o líder de Israel significa que Jerusalém sucumbiria diante de seus inimigos
babilônicos, e que toda a resistência dos filhos de Israel cessaria (cf. 2Rs
25.4-7).
* 5.2 Belém Efrata. Cidade onde
Davi nasceu (1Sm 16.1-13). Embora a linhagem de reis davídicos cessaria
temporariamente (v. 3), ainda assim Deus levantaria um governante da família de
Davi que reinaria para sempre — o próprio Jesus Cristo (2Sm 7.12-17).
* 5.3 os entregará. Israel
ficou sem um rei davídico desde a queda de Jerusalém, em 586 a.C., até ao
primeiro advento de Cristo.
a que está em dores. Uma
referência ou a Maria, mãe de Jesus Cristo, ou ao remanescente fiel (ver 4.10).
o restante de seus irmãos. Milhares de
israelitas se converteram após o dia de Pentecoste (At 2.41,47).
* 5.5 a Assíria. A Assíria,
a nação sitiante do v. 1, representa aqui todos os inimigos que se opõem ao
reino de Deus.
sete... oito. Sete é o
número da perfeição. Haverá um suprimento mais do que suficiente de líderes
para expandir o reino de Cristo.
* 5.6 Ninrode. Uma
referência à Babilônia (Gn 10.8, nota).
* 5.7-9 Este oráculo divide-se em duas
partes: uma profecia de que o remanescente tornar-se-á instrumento divino da
vida e da morte (vs. 7,8); e uma petição para Deus derrrotar todos os
seus inimigos (v. 9 e nota). Essas declarações encontraram cumprimento na
Igreja (2Co 2.14-16).
* 5.7 não espera... nem depende. Da
mesma forma que a chuva procede da iniciativa divina, assim também o remanescente
dependia de Deus para refrescar a terra.
* 5.9 A tua mão. Talvez este
versículo fosse melhor traduzido como uma petição pela vitória concedida
por Deus ("Que a tua mão se exalte...")
* 5.10-15 Deus purificará a sua nação de
Israel (vs. 10-14) e eliminará as nações pagãs (v. 15). A salvação da
parte de Deus não poderia vir de outro modo senão despindo a sua nação de toda
confiança militar vã e falsa (vs. 10 e 11), da feitiçaria (v. 12) e da
idolatria (v. 13).
* 5.15 vingança. A vingança
de Deus teria lugar quando ele garantisse a sua soberania livrando o seu povo e
punindo seus opressores culpados. Somente o próprio Senhor soberano tinha o
direito final de usar a força para proteger o seu reino, e o exercício da
força, por parte de um indivíduo ou comunidade, sem a autorização divina deriva-se
da incredulidade (Dt 32.35; Rm 12.19-21).
-----------------------------------------------------------------------------
sergiovalentin