*          7.1                   Efraim... Samaria. Ambos esses termos se referem ao reino do norte, Israel, do qual Samaria era a capital (4.17, nota).

 

*          7.2                   Não dizem no seu coração. Eles enganaram até a si mesmos (cf. Gl 6.7).

 

*          7.3                   rei... príncipes. Os líderes reais deveriam ter provido liderança moral, mas, em lugar disso, saboreavam o mal e a traição daqueles que estavam ao seu redor (2Rs 15.8-30).

 

*          7.4                   adúlteros. Eles deixaram o Senhor, a quem estavam ligados pela aliança, e se uniram a outros deuses e a outros aliados estrangeiros (2.4; 4.12-14; Jr 9.2; 23.10-14). Ver Introdução: Características e Temas.

 

*          semelhantes ao forno. As metáforas de um forno, de um padeiro, e de um fogo, apresentam um quadro verbal gráfico da auto-propagação da paixão, traição e iniquidade que infestava a vida política de Israel durante os seus últimos dias, e levou a uma série de violentos assassinatos de seus reis (2Rs 15.8-30). O assassinato de Peca por Oséias (2Rs 15.30) pode ter sido a ocasião dessas observações nos vs. 4-7.

 

*          7.5                   dia da festa do nosso rei. Uma celebração real tornou-se a ocasião para uma bebedeira, que, por sua vez, foi o estímulo para a iniquidade (1Rs 16.9,10; Pv 31.4,5; Am 6.6).

 

*          7.6                   prepararam. Os que planejavam contra o rei, talvez os sacerdotes (6.9).

 

*          7.7                   juízes... reis. Em meio ao desassossego, eles viram quatro reis serem assassinados, no espaço de vinte anos (2Rs 15.8-30). Nenhum desses líderes invocaram a Deus.

 

*          7.8                   se mistura com os povos. Uma referência às alianças que Israel fazia, mutavelmente, com o Egito, com a Filístia, com a Síria e com a Assíria.

 

um pão que não foi virado. Nesta figura simbólica sarcástica da ridícula política nacional, Israel é comparado a um pão meio assado, visto ela ter-se recusado a voltar-se para o Senhor.

 

*          7.9                   lhe comem a força. Eles empobreceram Efraim cobrando tributo.

 

ele não o sabe. Essa repetida frase salienta a ignorância de Israel a respeito de quão politicamente fraca e esgotada a nação tinha-se tornado. A falta de conhecimento de Deus, neste caso, foi seguido pela falta de conhecimento de si própria.

 

*          7.10                 soberba. A cegueira de Israel é atribuída à arrogância teimosa que testificava contra ela (5.5). Voltar-se para o Senhor era a única esperança de Israel (2.7; 3.5; 5.4; 6.1; Am 4.6-12).

 

*          7.11                 pomba enganada. A pomba era considerada uma ave sem inteligência e fácil de apanhar.

 

Egito... a Assíria. Como se fosse uma pomba, Israel voejava de uma nação para outra, em busca de segurança e proteção: Menaém submeteu-se à Assíria e pagou um pesado tributo (2Rs 15.17-20); Peca formou uma coligação com Damasco da Síria contra a Assíria (2Rs 15.29,37; 16.5); e Oséias mudou sua lealdade da Assíria para o Egito (2Rs 17.3,4).

 

*          7.12                 minha rede. A rede de julgamento divino apanharia Israel que voejava.

 

*          7.13                 remiria. Esse termo, extraído da lei comercial, que significa "resgatar" (Lv 27.27-31), também é aplicado ao livramento de Israel da escravidão (13.14; Êx 15.13; Dt 7.8; 9.26 e Mq 6.4).

 

mentiras. Essa declaração pode referir-se a idéias falsas sobre o Senhor, que tinham sido assimiladas pela religião de Israel, a palavras de arrependimento sem sinceridade (6.1-3), ou mais geralmente, a promessas quebradas da aliança.

 

*          7.14                 de coração. Uma reação positiva responsável e leal, conforme é sugerido por uma expressão semelhante usada em um tratado assírio contemporâneo.

 

dão uivos nas suas camas. Essa frase pode significar que eles clamaram a seus deuses sobre os leitos de prostituição no culto da fertilidade. Se "ajuntam" for substituído por "se retalham" (ver referência lateral), essa auto-mutilação era ainda outro apelo a deuses pagãos (Dt 14.1; 1Rs 18.26-29).

 

*          7.16                 arco enganoso. Ver Sl 78.57.

 

insolência da sua língua. Era dirigida contra Deus e contra os seus profetas (6.5).

 

Egito. Os egípcios, dentro em breve, zombariam da queda daqueles que só intermitentemente solicitavam a sua ajuda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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